Notas de John Wesley sobre a Bíblia Comentários bíblicos em português atual

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Salmos 113

Referências: 113.6113.8

Introdução ao capítulo

Somos aqui exortados a louvar a Deus (v. 1-3); particularmente pela sua glória e grandeza (v. 4-5), e pela sua graça e bondade (v. 6-9).

Salmos 113.6 §

Nota de John Wesley

Se inclina — o qual é tão alto, que é maravilhosa condescendência nele tomar conhecimento sequer do seu exército celestial — quanto mais dos homens pecadores e miseráveis sobre a terra.

Nota do editor

O primeiro salmo do Hallel egípcio (Sl 113–118, cantado na Páscoa — e, portanto, nos lábios de Jesus na última ceia, Mt 26.30) contém a pergunta que define o Deus bíblico contra todos os outros: 'QUEM É COMO O SENHOR, NOSSO DEUS, que tem o seu trono nas alturas E SE INCLINA para ver o que se passa no céu e na terra?' (v. 5-6). Toda religião tem deuses altos; só a Escritura tem o Altíssimo que se ABAIXA — a grandeza medida pela capacidade de descer (Wesley: até olhar os anjos já é condescendência; quanto mais o pó). E o roteiro da descida, v. 7-9, é o mesmo que Ana cantou e Maria retomou: 'LEVANTA o pobre DO PÓ e, do monturo, o necessitado, PARA O FAZER SENTAR com os príncipes' (1Sm 2.8; Lc 1.52 — o Magnificat é este salmo com nome e endereço); e a mulher estéril feita 'mãe feliz de filhos' — Sara, Raquel, Ana, Isabel: a especialidade divina de abrir futuros fechados (Gn 21.1-7; Is 54.1). O evangelho é a inclinação levada ao extremo: das alturas ao monturo — 'a si mesmo se esvaziou... até a morte de cruz' — para assentar mendigos entre príncipes (Fp 2.6-9; Ef 2.6; 2Co 8.9). Do nascente ao poente (v. 3), esse é o nome a ser louvado: o Alto que desce.

Salmos 113.8 §

Nota de John Wesley

Príncipes — como fez a José, Davi e outros. Seu povo — que, na conta de Deus, é muito mais honroso que os príncipes das nações pagãs.

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