Salmos 150.1 §
Nota de John Wesley
Santuário — no seu templo. Firmamento — no céu: ali o louvem os anjos benditos.
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Introdução ao capítulo
Exortação a louvar a Deus com toda sorte de instrumentos musicais (v. 1-6).
Salmos 150.1 §
Nota de John Wesley
Santuário — no seu templo. Firmamento — no céu: ali o louvem os anjos benditos.
Salmos 150.6 §
Nota de John Wesley
Tudo — toda criatura vivente, no céu e na terra.
Nota do editor
O Saltério termina como quem sobe uma escada de aleluias: os cinco últimos salmos (146–150) começam e terminam todos com 'Aleluia', e este último é louvor em estado puro — treze vezes 'louvai' em seis versículos, sem um único pedido, sem uma única queixa. É a resposta às perguntas que estruturam o salmo: ONDE ('no seu santuário... no firmamento' — terra e céu, um só coro, v. 1); POR QUÊ ('pelos seus poderosos feitos... segundo a excelência da sua grandeza', v. 2 — pelo que ele FEZ e pelo que ele É); COM QUÊ (trombeta, saltério, harpa, tamborim, danças, cordas, flautas, címbalos sonoros, címbalos retumbantes, v. 3-5 — a orquestra inteira convocada: o louvor bíblico não é tímido nem monocórdio); e QUEM: 'TODO SER QUE RESPIRA louve o SENHOR' (v. 6) — o fôlego que Deus soprou (Gn 2.7) devolvido a ele em música; enquanto houver respiração, há instrumento e há dívida de louvor. Que o livro que começou com um homem meditando sozinho na lei (Sl 1.2) termine com toda a criação em fortíssimo não é acidente, mas profecia do fim da história: a caminhada que atravessou caverna, brecha, exílio e 'profundezas' (Sl 130.1) desemboca no coro do Apocalipse — 'toda criatura que há no céu e sobre a terra... ouvi-a dizer: àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor' (Ap 5.13). A última palavra da vida de fé não é lamento; é ALELUIA.