Partituras · Hinos de Charles Wesley

And Can It Be That I Should Gain

E pode ser que eu alcance

Melodia: SAGINA · Thomas Campbell (1825) · 8.8.8.8.8.8

Partitura (melodia, letra e cifras)

Carregando a partitura…

Toque em ▶ para ouvir a melodia. Melodia SAGINA, domínio público. Texto: original de 1739 (“Free Grace”).

Letra completa

Original de 1739 (cantável na melodia) e tradução do corpus publicado.

1

And can it be, that I should gain
An int’rest in the Saviour’s blood!
Dy’d he for me?—Who caus’d his pain!
For me?—Who him to death pursu’d.
Amazing love! How can it be
That thou, my God, shouldst die for me?

E pode ser que eu alcance
participação no sangue do Salvador!
Morreu ele por mim, que causei a sua dor?
Por mim, que o persegui até a morte?
Amor assombroso! Como pode ser
que tu, meu Deus, morresses por mim?

2

’Tis myst’ry all! Th’ immortal dies!
Who can explore his strange design?
In vain the first-born seraph tries
To sound the depths of love divine.
’Tis mercy all! Let earth adore;
Let angel minds enquire no more.

É tudo mistério! O imortal morre!
Quem pode perscrutar o seu estranho desígnio?
Em vão o serafim primogênito tenta
sondar as profundezas do amor divino.
É tudo misericórdia! Adore a terra;
não indaguem mais as mentes angélicas.

3

He left his Father’s throne above,
(So free, so infinite his grace!)
Empty’d himself of all but love,
And bled for Adam’s helpless race:
’Tis mercy all, immense and free!
For O my God! It found out me!

Deixou o trono do seu Pai no alto,
(tão livre, tão infinita a sua graça!)
esvaziou-se de tudo, exceto do amor (Fp 2.7),
e sangrou pela raça desamparada de Adão:
é tudo misericórdia, imensa e gratuita!
Pois, ó meu Deus! ela me encontrou!

4

Long my imprison’d spirit lay,
Fast bound in sin and nature’s night:
Thine eye diffus’d a quick’ning ray;
I woke; the dungeon flam’d with light;
My chains fell off, my heart was free,
I rose, went forth, and follow’d thee.

Longamente jazeu preso o meu espírito,
firme atado no pecado e na noite da natureza:
o teu olho difundiu um raio vivificador;
despertei; o calabouço flamejou de luz;
minhas cadeias caíram, o meu coração ficou livre (At 12.7),
levantei-me, saí, e te segui.

5

Still the small inward voice I hear,
That whispers all my sins forgiv’n;
Still the atoning blood is near,
That quench’d the wrath of hostile heav’n:
I feel the life his wounds impart;
I feel my Saviour in my heart.

Ainda ouço a suave voz interior,
que sussurra perdoados todos os meus pecados;
ainda está perto o sangue expiatório,
que apaziguou a ira do céu hostil:
sinto a vida que as suas feridas comunicam;
sinto o meu Salvador no meu coração.

6

No condemnation now I dread,
Jesus, and all in him, is mine:
Alive in him, my living head,
And cloath’d in righteousness divine,
Bold I approach th’ eternal throne,
And claim the crown, thro’ Christ, my own.

Nenhuma condenação agora temo (Rm 8.1),
Jesus, e tudo nele, é meu:
vivo nele, minha cabeça viva,
e vestido de justiça divina,
ousado me aproximo do trono eterno,
e reclamo a coroa, por meio de Cristo, como minha.

Versão cantada em português

“Grandioso Amor” — versão em português (1975) de Luiz Roberto da Silva e Cleide Emerenciano da Silva. Tradução livre, com estrofe e refrão (melodia própria, distinta da Sagina acima).

1

Grandioso amor
Igual não haverá,
O amor que meu Jesus lá na cruz mostrou.
Em meu lugar Ele morreu,
E assim me abriu a porta aos Céus.

Refrão

Grandioso amor é o amor de meu Senhor.
Que morte cruel padeceu Ele por mim!
Grandioso amor de meu Senhor!
Preciso foi que morresse assim.

2

Por muito tempo escravo eu me senti,
Nas trevas do pecado adormeci.
Mas, com amor, o meu Jesus,
Das trevas levou-me à Eterna Luz.

3

Liberto fui das algemas do pecado,
E hoje a Cristo eu quero seguir.
Liberto fui, me decidi,
E hoje a Cristo eu vou seguir.
E hoje a Cristo eu vou seguir.

← Voltar às Partituras

Tradução de sentido em português: com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo Ildo Mello. Versão cantada “Grandioso Amor” (1975): Luiz Roberto da Silva e Cleide Emerenciano da Silva.