2Reis 5.5 §
Nota de John Wesley
Vai, anda... — era muito natural que um rei supusesse que o rei de Israel podia mais do que qualquer dos seus súditos.
Nota do editor
A cadeia da graça neste capítulo começa no elo mais franzino: uma menina israelita, raptada na guerra, escrava da mulher do general inimigo — e foi ela quem apontou o caminho da cura ao seu captor (2Rs 5.2-3). Sem amargura pelo cativeiro, desejou o bem de quem a arrancou de casa. Nenhum púlpito é pequeno demais: a fé de uma criança serva moveu dois reis, um general e um profeta. E Jesus usou Naamã como prova de que a graça salta fronteiras: 'muitos leprosos havia em Israel... e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o sírio' (Lc 4.27).