Sempre — até a vinda do Messias: por tanto tempo, e não mais, esta sucessão podia parecer necessária para o cumprimento da promessa e aliança de Deus com Davi. Mas, vindo o Messias, já não havia necessidade de sucessão alguma, e o cetro podia sem inconveniente apartar-se — como se apartou — de Judá e de todos os ramos seguintes da família de Davi: porque o Messias havia de possuir o reino para sempre na sua própria pessoa, embora não do modo grosseiro que os judeus carnais imaginavam. Uma lâmpada — um filho e sucessor.
Nota do editor
Jeorão matou os seis irmãos, casou com a filha de Jezabel e arrastou Judá aos baalins (2Cr 21.4,6,11) — e ainda assim 'o SENHOR não quis destruir a Judá, por amor de Davi... segundo a promessa de lhe dar sempre uma lâmpada' (2Rs 8.19). A dinastia sobreviveu ao seu pior rei porque a aliança era maior que o aliançado. Wesley traça a linha até o fim: a lâmpada ardeu na história até que veio aquele que a dispensa — o Messias que reina para sempre na própria pessoa (Lc 1.32-33; Ap 22.16, 'a brilhante estrela da manhã'). As promessas de Deus atravessam gerações indignas para chegar ao seu Sim definitivo (2Co 1.20).