O homem trará a sua mulher ao sacerdote — que primeiro se esforçava por persuadi-la a confessar a verdade. Se confessasse, não era morta (o que aconteceria, se provada a culpa), mas apenas divorciada, perdendo o dote. A oferta dela — à maneira de apelo solene a Deus, a quem com isso pedia que julgasse entre ela e o marido, e à maneira de expiação, para aplacar Deus, que pelos seus pecados incitara o marido contra ela. Não derramará azeite sobre ela — tanto por ser espécie de oferta pelo pecado, de que estas coisas se excluíam, como porque ela vinha ali como delinquente, ou suspeita de delito — desagradável a Deus e aos homens; como quem carecia da graça, amabilidade e alegria que o azeite significava, e da aceitação diante de Deus denotada pelo incenso (Sl 141.2). Que traz a iniquidade à memória — diante de Deus, perante quem comparecia como pecadora, e diante da própria consciência, se culpada; e, não sendo culpada disto, lembrava-lhe os outros pecados, de que isto podia ser castigo.