Salmos 137.1 §
Nota de John Wesley
Assentávamos — a postura usual dos que pranteiam.
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Introdução ao capítulo
Provavelmente este salmo foi escrito perto do fim do cativeiro babilônico. Nele os cativos se queixam das zombarias dos seus inimigos; contudo lembram-se de Jerusalém, e preveem a queda da Babilônia (v. 1-9).
Salmos 137.1 §
Nota de John Wesley
Assentávamos — a postura usual dos que pranteiam.
Salmos 137.2 §
Nota de John Wesley
Harpas — as harpas põem-se aqui por todos os instrumentos de música.
Salmos 137.3 §
Nota de John Wesley
Um cântico — daqueles cânticos que costumáveis cantar no templo de Sião.
Salmos 137.4 §
Nota de John Wesley
Do SENHOR — aqueles cânticos que Deus designou para serem cantados somente no seu serviço.
Nota do editor
'COMO ENTOAREMOS O CÂNTICO DO SENHOR EM TERRA ESTRANHA?' (Sl 137.4) — a pergunta dos exilados diante dos captores que pediam show: 'entoai-nos um dos cânticos de Sião' (v. 3) — a fé alheia como entretenimento; o hino sagrado requisitado como atração turística. As harpas penduradas nos salgueiros (v. 2) são a resposta digna: há uma recusa santa de banalizar o santo — os cânticos 'designados para o serviço de Deus', diz Wesley, não se executam para plateia zombeteira (Mt 7.6). Mas note-se o que o salmo faz enquanto se recusa a cantar: canta — o próprio Sl 137 é um cântico do SENHOR composto em terra estranha; a pergunta do v. 4 foi respondida ao ser escrita. O segredo está nos v. 5-6, o voto de memória mais intenso da Escritura: 'se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita' (a mão do harpista!) '...se não preferir eu Jerusalém À MINHA MAIOR ALEGRIA' — o exílio se sobrevive por prioridade de afeto: quem mantém Sião acima das alegrias disponíveis na Babilônia não é assimilado por ela (Dn 6.10 — janelas abertas para Jerusalém; Hb 11.15-16; Fp 3.20). Os v. 8-9, duríssimos, são a linguagem jurídica da retribuição anunciada pelos profetas contra a Babilônia (Is 13.16; Jr 51.24,56) posta em oração — entregue ao Juiz, não executada pelo salmista; e o NT deu à 'filha da Babilônia' o seu desfecho definitivo, com o mesmo vocabulário (Ap 18.6,20-21).
Salmos 137.6 §
Nota de John Wesley
Se — se eu não prezar a prosperidade de Jerusalém mais que todas as outras delícias.
Salmos 137.7 §
Nota de John Wesley
O dia — no tempo da sua destruição.
Salmos 137.8 §
Nota de John Wesley
Feliz — como instrumento de Deus para vindicar a sua honra e executar os seus justos juízos.