Salmos 138.1 §
Nota de John Wesley
Os deuses — diante de reis e príncipes.
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Introdução ao capítulo
Davi louva a Deus pela sua bondade, e prediz que outros reis o louvarão (v. 1-5); alegra-se na esperança de bênçãos ainda maiores (v. 6-8). Salmo de Davi.
Salmos 138.1 §
Nota de John Wesley
Os deuses — diante de reis e príncipes.
Salmos 138.2 §
Nota de John Wesley
Templo — onde estava a arca. Não lhe era permitido entrar nele. Engrandeceste — pois glorificaste a tua palavra ou promessa a mim feita acima de todas as tuas outras gloriosas perfeições.
Salmos 138.4 §
Nota de John Wesley
Os reis — profecia do chamado dos gentios. Ouvirem — o evangelho pregado entre eles.
Salmos 138.5 §
Nota de John Wesley
Os caminhos — o seu maravilhoso conselho e graciosas providências.
Salmos 138.8 §
Nota de John Wesley
Aperfeiçoará — concluirá a grande obra do meu livramento. Não desampares — ou: não abandones a obra da minha salvação, que até aqui avançou não por socorro humano algum, mas pelo teu poder e providência.
Nota do editor
'O SENHOR LEVARÁ A BOM TERMO O QUE A MEU RESPEITO EMPREENDEU; a tua misericórdia, ó SENHOR, dura para sempre; NÃO ABANDONES AS OBRAS DAS TUAS MÃOS' (Sl 138.8) — o versículo que junta, numa só respiração, a certeza mais firme e a oração mais humilde da vida cristã. A certeza: Deus termina o que começa — a lógica do Artesão que não deixa vaso pela metade no torno; Paulo a converteu na âncora de Filipenses: 'aquele que COMEÇOU boa obra em vós há de COMPLETÁ-LA até ao Dia de Cristo Jesus' (Fp 1.6; 1Ts 5.24 — 'fiel é o que vos chama, O QUAL TAMBÉM O FARÁ'). E, no mesmo fôlego, a súplica: 'não abandones' — a segurança bíblica nunca dispensa a oração; alimenta-a: quem sabe que Deus completará é exatamente quem lhe pede que complete (a certeza sem oração vira presunção; a oração sem certeza vira pânico — o v. 8 casa as duas). O fundamento vem do v. 6, o paradoxo que atravessa o Saltério: 'o SENHOR é EXCELSO, contudo, atenta para os HUMILDES; os soberbos, ele os conhece DE LONGE' — a altura de Deus mede-se pela sua atenção aos de baixo, e a distância que ele mantém é só uma: a do orgulho (Is 57.15; Tg 4.6; Lc 1.48-52). O crente inacabado descansa nessa combinação: obra das mãos dele, misericórdia eterna, e um Artífice que 'no dia em que eu clamei, me acudiste e alentaste a força da minha alma' (v. 3).