SERMÃO 106

Sobre a fé

“Sem fé é impossível agradar a Deus” — os diferentes graus e espécies de fé, do servo temente ao filho que ama.

Hb 11.6, NAA ⏱ 15 min de leituraSalvação e graça

“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que recompensa os que o buscam.”

(Hb 11.6, NAA)

Antes de ler

Neste sermão, John Wesley procura distinguir diferentes graus e espécies de fé. Ele começa com concepções religiosas muito limitadas, passa pela fé dos pagãos, dos judeus e das diferentes tradições cristãs e chega à fé salvadora e à fé própria dos filhos de Deus.

Uma das distinções mais importantes é aquela entre o “servo de Deus” e o “filho de Deus”. Para Wesley, aquele que teme a Deus, pratica a justiça e vive de acordo com a luz recebida já é aceito por Deus como servo. Entretanto, ainda deve buscar a fé filial, acompanhada do testemunho do Espírito, da certeza do perdão e da experiência do amor de Deus derramado no coração.

As referências aos materialistas, deístas, pagãos, muçulmanos, judeus, católicos e protestantes refletem a linguagem religiosa e cultural do século XVIII. Algumas expressões são severas e não correspondem ao diálogo inter-religioso atual. Foram preservadas porque fazem parte do argumento original de Wesley.

— Bispo Ildo Mello

Texto:

1. Mas o que é a fé? É uma “certeza e convicção de coisas que não se veem”; de coisas que atualmente não são vistas, sejam elas visíveis ou invisíveis por sua própria natureza. Particularmente, é uma certeza e convicção divina a respeito de Deus e das coisas de Deus. Essa é a definição mais abrangente de fé que já foi ou poderá ser apresentada, pois inclui todas as espécies de fé, desde a mais baixa até a mais elevada.

2. Apesar disso, não me recordo de algum escritor importante que tenha apresentado uma descrição completa e clara de suas diversas espécies, entre todos os tratados longos e cansativos publicados sobre o assunto.

3. Alguma coisa semelhante foi realmente escrita por aquele grande e bom homem, o senhor Fletcher, em seu Tratado sobre as diversas dispensações da graça de Deus. Ele observa que existem quatro dispensações, distintas umas das outras pelo grau de luz que Deus concede às pessoas que se encontram debaixo de cada uma delas. Um pequeno grau de luz é concedido àqueles que estão debaixo da dispensação pagã. De modo geral, essas pessoas creem “que existe um Deus e que ele recompensa aqueles que o buscam diligentemente”. Um grau muito maior de luz, porém, foi concedido à nação judaica, pois lhe foram confiados os grandes meios de iluminação: “os oráculos de Deus”. Por isso, muitos judeus possuíam uma compreensão clara e elevada da natureza e dos atributos de Deus, de seu dever para com Deus e para com o próximo e até da grande promessa feita aos nossos primeiros pais e transmitida por eles à sua descendência: “O descendente da mulher esmagará a cabeça da serpente.”

4. Acima das dispensações pagã e judaica encontrava-se a dispensação de João Batista. Uma luz ainda mais clara lhe foi concedida, e ele próprio era “uma lâmpada que ardia e iluminava”. Foi-lhe concedido contemplar “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. De acordo com isso, nosso próprio Senhor afirma que, “entre os nascidos de mulher”, até aquele momento, não havia surgido alguém maior do que João Batista. Apesar disso, informa-nos: “O menor no Reino de Deus”, isto é, na dispensação cristã, “é maior do que ele”. Por alguém que está debaixo da dispensação cristã, o senhor Fletcher entende uma pessoa que recebeu o Espírito de adoção, que possui o Espírito de Deus testemunhando “com seu espírito que é filho de Deus”.

5. Para explicar melhor essas coisas, procurarei, com a ajuda de Deus:

Primeiro, apontar as diversas espécies de fé;

Segundo, extrair algumas conclusões práticas.

Em primeiro lugar, procurarei apontar as diversas espécies de fé. Seria fácil reduzi-las a um número menor ou dividi-las num número maior. Não parece, porém, que isso alcançaria alguma finalidade importante.

1. A espécie mais baixa de fé, caso realmente possa ser chamada de fé, é a do materialista: aquele que, como o falecido Lord Kames, acredita que nada existe no universo além da matéria. Digo “caso possa ser chamada de fé”, porque, propriamente falando, não é. Não é “certeza ou convicção de Deus”, pois os materialistas não creem que ele exista. Também não é “convicção de coisas que não se veem”, pois negam a existência dessas coisas. Ou, caso, por respeito às convenções sociais, admitam que existe um Deus, imaginam que até mesmo ele seja material. Uma de suas máximas é: Jupiter est quodcunque vides: “Tudo aquilo que você vê é Deus.” Tudo aquilo que você vê! Um deus visível e palpável! Excelente teologia! Extraordinário absurdo!

2. A segunda espécie de fé, caso se admita que o materialista possua alguma, é a fé do deísta. Refiro-me àquele que crê que existe um Deus distinto da matéria, mas não crê na Bíblia. Podemos observar duas categorias entre eles. Alguns são verdadeiros animais em forma humana, inteiramente dominados pelas paixões mais degradantes e possuindo “um verdadeiro desejo de misturar-se com a lama”. Outros deístas são, na maioria dos aspectos, criaturas racionais, embora infelizmente preconceituadas contra o cristianismo. A maioria deles crê na existência e nos atributos de Deus; crê que Deus criou e governa o mundo; e que a alma não morre com o corpo, mas permanecerá eternamente num estado de felicidade ou sofrimento.

3. A espécie seguinte é a fé dos pagãos, à qual acrescento a dos muçulmanos. Não posso deixar de colocá-la acima da fé dos deístas, pois, embora abranja quase os mesmos objetos, essas pessoas devem ser mais lamentadas do que censuradas pela limitação de sua fé. O fato de não crerem em toda a verdade não decorre da falta de sinceridade, mas simplesmente da falta de luz. Quando alguém perguntou a Chicali, um idoso chefe indígena: “Por que vocês, indígenas, não sabem tanto quanto nós, brancos?”, ele respondeu prontamente: “Porque vocês possuem a grande Palavra, e nós não.”

4. Não se pode duvidar de que essa justificativa será válida para milhões de pagãos modernos. Como pouco lhes foi dado, pouco lhes será exigido. Quanto aos antigos pagãos, milhões deles também pertenciam a povos considerados selvagens. Portanto, não se esperará deles coisa alguma além de viverem de acordo com a luz que possuíam. Temos, porém, grande razão para esperar que muitos deles, especialmente nas nações consideradas civilizadas, embora vivessem entre pagãos, possuíssem um espírito completamente diferente, sendo ensinados por Deus, por meio de sua voz interior, em todos os elementos essenciais da religião verdadeira. Assim também aconteceu com aquele muçulmano árabe que, um ou dois séculos atrás, escreveu A vida de Hai Ebn Yokdan. A história parece fictícia, mas contém todos os princípios da religião pura e sem mácula.

5. De modo geral, podemos certamente colocar a fé de um judeu acima daquela de um pagão ou muçulmano. Por fé judaica, refiro-me à fé daqueles que viveram entre a entrega da Lei e a vinda de Cristo. Eles, isto é, os sinceros e sérios entre eles, acreditavam em tudo aquilo que está escrito no Antigo Testamento. Particularmente, acreditavam que, na plenitude do tempo, o Messias apareceria para “dar fim à transgressão, acabar com o pecado e trazer a justiça eterna”.

6. Não é igualmente fácil julgar a fé dos judeus modernos. Está claro que “o véu ainda permanece sobre o coração deles” quando Moisés e os Profetas são lidos. O deus deste mundo ainda endurece seu coração e cega seus olhos, para que a luz do glorioso evangelho não brilhe sobre eles. Podemos dizer a respeito desse povo aquilo que o Espírito Santo disse aos seus antepassados: “O coração deste povo está endurecido; ouviram com os ouvidos de má vontade e fecharam os olhos, para não acontecer que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam, e eu os cure” (Atos 28.27). Não pertence a nós, porém, pronunciar sentença contra eles. Devemos deixá-los com seu próprio Senhor.

7. Não preciso me deter na fé de João Batista, assim como não me detive na dispensação sob a qual ele se encontrava, porque ambas, como o senhor Fletcher descreve corretamente, eram próprias dele. Deixando-o de lado, a fé dos católicos romanos, de modo geral, parece estar acima da fé dos antigos judeus. Ainda que muitos deles sejam voluntários na fé, acreditando em mais coisas do que Deus revelou, não se pode negar que creem em tudo aquilo que Deus revelou como necessário à salvação. Nisso nos alegramos em favor deles. Ficamos satisfeitos porque nenhum daqueles novos artigos que acrescentaram, no Concílio de Trento, “à fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” contradiz tão profundamente algum dos antigos artigos a ponto de anulá-lo.

8. A fé dos protestantes, de modo geral, abrange como necessárias à salvação somente as verdades claramente reveladas nos oráculos de Deus. Tudo aquilo que é claramente declarado no Antigo e no Novo Testamento constitui o objeto de sua fé. Não creem em mais nem em menos do que aquilo que está manifestamente contido nas Sagradas Escrituras e pode ser provado por elas. A Palavra de Deus é “lâmpada para os seus pés e luz para os seus caminhos”. Não ousam, sob pretexto algum, desviar-se dela nem para a direita nem para a esquerda. A Palavra escrita é a única e completa regra de sua fé e de sua prática. Creem em tudo aquilo que Deus declarou e professam fazer tudo aquilo que ele ordenou. Essa é propriamente a fé dos protestantes. Nela permanecerão e em nenhuma outra.

9. Até este ponto, a fé foi considerada principalmente como certeza e convicção de determinadas verdades. Esse é o sentido no qual a palavra é utilizada atualmente em todas as partes do mundo cristão. Entretanto, deve-se observar cuidadosamente — pois a eternidade depende disso — que nem a fé de um católico romano nem a de um protestante, caso não contenha coisa alguma além disso, além da aceitação de determinadas verdades, terá diante de Deus maior valor do que a fé de um muçulmano, pagão, deísta ou materialista. Poderia semelhante “fé salvá-lo”? Poderia salvar alguma pessoa do pecado ou do inferno? Não mais do que poderia salvar Judas Iscariotes. Não mais do que poderia salvar o diabo e seus anjos, todos convencidos de que cada parte das Sagradas Escrituras é verdadeira.

10. Qual é, porém, a fé propriamente salvadora, aquela que conduz à salvação eterna todos os que a conservam até o fim? É uma convicção divina de Deus e das coisas de Deus que, mesmo em sua condição inicial, capacita todo aquele que a possui a “temer a Deus e praticar a justiça”. Todo aquele que, em qualquer nação, crê até esse ponto, declara o apóstolo, “é aceito por ele”. Naquele mesmo momento, encontra-se realmente num estado de aceitação. Atualmente, porém, é apenas servo de Deus, não propriamente filho. Ao mesmo tempo, observe-se cuidadosamente que “a ira de Deus” já não “permanece sobre ele”.

11. Há quase cinquenta anos, quando os pregadores geralmente chamados metodistas começaram a anunciar a grande doutrina bíblica da salvação pela fé, não estavam suficientemente conscientes da diferença entre o servo e o filho de Deus. Não compreendiam claramente que até mesmo aquele que “teme a Deus e pratica a justiça é aceito por ele”. Como consequência, algumas vezes entristeciam o coração daqueles que Deus não havia entristecido. Frequentemente perguntavam àqueles que temiam a Deus: “Você sabe que seus pecados estão perdoados?” Quando respondiam: “Não”, os pregadores replicavam imediatamente: “Então você é filho do diabo.” Não. Isso não se segue. Poderia ser dito — e é tudo aquilo que se pode dizer corretamente: “Até este momento, você é apenas servo; ainda não é filho de Deus. Já possui, porém, grandes motivos para louvar a Deus, porque ele o chamou para seu serviço honroso. Não tenha medo. Continue clamando a ele, e você verá coisas maiores do que estas.”

12. Na realidade, caso os servos de Deus não parem no caminho, receberão a adoção de filhos. Receberão a fé dos filhos de Deus quando ele revelar seu Filho unigênito no coração deles. A fé de um filho é, direta e propriamente, uma convicção divina mediante a qual cada filho de Deus é capacitado a testemunhar: “A vida que agora vivo, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” Todo aquele que possui essa fé recebe o testemunho do Espírito de Deus juntamente com seu espírito de que é filho de Deus. Assim o apóstolo escreve aos gálatas: “Vocês são filhos de Deus mediante a fé. E, porque vocês são filhos, Deus enviou ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: ‘Aba, Pai!’” Isso significa que ele lhes concede confiança filial em Deus, juntamente com uma afeição própria de filhos. Caso Paulo tenha sido ensinado por Deus e escrito movido pelo Espírito Santo, isso constitui propriamente a diferença entre o servo e o filho de Deus. “Aquele que crê” como filho de Deus “tem o testemunho em si mesmo”. O servo não possui esse testemunho. Ninguém, porém, deve desanimá-lo. Pelo contrário, deve amorosamente incentivá-lo a esperá-lo a qualquer momento.

13. É fácil observar que todas as espécies de fé que podemos imaginar podem ser reduzidas a uma ou outra das anteriores. Procuremos, porém, os melhores dons e sigamos o caminho mais excelente. Não existe razão para que você fique satisfeito com a fé de um materialista, pagão ou deísta, nem mesmo com a fé de um servo. Não sei se Deus exige que você permaneça nisso. Caso já tenha recebido essa fé, não deve rejeitá-la nem desprezá-la de maneira alguma, mas ser verdadeiramente agradecido por ela. Ao mesmo tempo, tome cuidado para não descansar aí. Prossiga até receber o Espírito de adoção. Não descanse até que esse Espírito testemunhe claramente com seu espírito que você é filho de Deus.

Passo, em segundo lugar, a extrair algumas conclusões das observações anteriores.

1. Primeiramente, concluo que, caso exista um Deus, o materialista se encontra numa condição terrível: alguém que nega não apenas “o Senhor que o comprou”, mas também o Senhor que o criou. “Sem fé é impossível agradar a Deus.” É impossível, porém, que ele possua alguma fé: alguma convicção do mundo invisível, pois acredita que semelhante mundo não existe; alguma convicção da existência de Deus, pois um deus material não é Deus. Você não pode imaginar que o Sol ou o céu seja Deus mais do que poderia imaginar que um deus de madeira ou pedra fosse Deus. Além disso, todo aquele que acredita que todas as coisas sejam simples matéria precisa naturalmente acreditar que todas elas sejam governadas por uma necessidade cruel, tão inflexível quanto os ventos, tão implacável quanto as rochas e tão impiedosa quanto as ondas que se lançam sobre elas e sobre os pobres marinheiros naufragados. Quem o ajudará, então, pobre e desamparada criatura, quando mais necessitar de ajuda? Ventos, mares, rochas e tempestades! Esses são os melhores auxiliares que os materialistas podem esperar!

2. Quase igualmente desamparada é a condição do pobre deísta, por mais instruído ou moral que seja. Você também, embora talvez não perceba, encontra-se realmente “sem Deus no mundo”. Observe sua religião, a Religião da natureza delineada, do inteligente senhor Wollaston, que me recordo de ter visto, quando estudava, participando do culto público na capela da Charterhouse. Ele fundamenta sua religião em Deus? De modo algum. Fundamenta-a na verdade, numa verdade abstrata. Mas ele não entende por essa expressão o próprio Deus? Não. Deixa Deus completamente fora da questão e constrói um belo castelo no ar, sem depender dele ou de sua Palavra. Considere também seu orador de fala agradável, de Glasgow, um dos escritores mais agradáveis da época. Em seu sistema, ele possui maior relação com Deus do que o senhor Wollaston? Deduz sua “ideia de virtude” de Deus, como Pai das Luzes e Fonte de todo bem? Exatamente o contrário. Não apenas desenvolve toda a sua teoria sem prestar a menor atenção a Deus, mas, próximo do fim, apresenta esta pergunta: “Considerar Deus ao realizar uma ação aumenta a virtude dela?” Responde: “Não. Está tão distante disso que, quando alguém realiza uma ação virtuosa, isto é, benevolente, e mistura nela o desejo de agradar a Deus, quanto maior for esse desejo, menor será a virtude da ação.” Nunca encontrei judeu, muçulmano ou pagão que rejeitasse Deus de maneira tão direta quanto esse professor cristão!

3. Quanto aos pagãos, muçulmanos e judeus, nada mais temos a tratar no momento. Podemos apenas desejar que a vida deles não envergonhasse muitos de nós que somos chamados cristãos. Também não precisamos falar muito mais sobre os membros da Igreja de Roma. Não podemos duvidar de que muitos deles, como o excelente arcebispo de Cambrai, apesar de diversos erros, ainda conservam aquela fé que atua pelo amor. E quantos protestantes desfrutam dessa fé, sejam membros da Igreja da Inglaterra, sejam de outras congregações? Temos razão para acreditar que existe número considerável, tanto entre uns quanto entre outros — e, bendito seja Deus, um número crescente —, em todas as partes da nação.

4. Exorto vocês que temem a Deus e praticam a justiça, vocês que são servos de Deus: primeiramente, fujam de todo pecado como fugiriam da presença de uma serpente, sendo: “Rápidos como a pupila do olho para sentir o mais leve toque do pecado.” Pratiquem a justiça até o limite das forças que atualmente possuem. Sejam abundantes tanto nas obras de piedade quanto nas obras de misericórdia. Em segundo lugar, clamem continuamente a Deus para que revele seu Filho no coração de vocês, a fim de que já não sejam servos, mas filhos; para que seu amor seja derramado no coração de vocês e caminhem “na gloriosa liberdade dos filhos de Deus”.

5. Finalmente, exorto vocês que já experimentam o Espírito de Deus testemunhando com seu espírito que são filhos de Deus: sigam o conselho do apóstolo. Caminhem em todas as boas obras para as quais foram criados em Cristo Jesus. Então, deixando os princípios elementares da doutrina de Cristo e não lançando novamente o fundamento do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, avancem para a perfeição. Mesmo depois de alcançarem uma medida do amor perfeito, quando Deus tiver circuncidado seu coração e os capacitado a amá-lo de todo o coração e de toda a alma, não pensem em descansar aí. Isso é impossível. Não podem permanecer parados. Precisam subir ou cair, avançar para cima ou descer. Portanto, a voz de Deus aos filhos de Israel, aos filhos de Deus, é: “Avancem!” Esquecendo-se das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigam para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus!

Tradução em português atual a partir do original em domínio público (ed. Thomas Jackson, 1872), realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo Ildo Mello. Citações bíblicas conforme a NAA. Igreja Metodista Livre do Brasil.

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