SERMÃO 138

Sobre entristecer o Espírito Santo

“Não entristeçam o Espírito Santo” — sermão de William Tilly revisado por Wesley: como honrar a presença do Espírito que nos selou para o dia da redenção.

Ef 4.30, NAA ⏱ 14 min de leituraEspírito Santo e certeza

“E não entristeçam o Espírito Santo de Deus, no qual vocês foram selados para o dia da redenção.”

(Ef 4.30, NAA)

Antes de ler

Este sermão foi originalmente escrito pelo clérigo e professor anglicano William Tilly. John Wesley o abreviou e revisou, incorporando-o posteriormente à sua coleção.

O sermão apresenta uma concepção profundamente relacional da vida cristã. O Espírito Santo não é apenas uma força ou influência, mas a presença pessoal de Deus que convence, orienta, consola e santifica. Entristecê-lo significa resistir conscientemente à sua obra e desprezar a graça oferecida.

Algumas expressões poderão sugerir que o Espírito se afasta como um amigo humano ofendido. A linguagem é analógica: Deus não possui paixões instáveis como as nossas. O ponto central é que a resistência persistente à graça enfraquece nossa sensibilidade espiritual e poderá conduzir-nos ao afastamento da comunhão com Deus.

— Bispo Ildo Mello

Texto:

William Tilly

Abreviado e revisado por John Wesley.

Escrito no ano de 1733.

Não existe questão de maior importância para aquele que sabe que é o Espírito Santo quem nos conduz a toda a verdade e a toda a santidade do que considerar com qual disposição da alma devemos receber sua presença divina. Devemos agir de modo que não o afastemos nem impeçamos os propósitos misericordiosos para os quais habita conosco.

A finalidade de sua presença não é simplesmente entreter nosso entendimento, mas converter e santificar completamente nosso coração e nossa vida.

As palavras do apóstolo contêm uma exortação muito séria e afetuosa para esse propósito:

“Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, no qual vocês foram selados para o dia da redenção.”

O título “Santo”, aplicado ao Espírito de Deus, não significa apenas que ele é santo em sua própria natureza, mas também que nos torna santos. Ele é a grande fonte da santidade para a Igreja. Dele procede toda graça e virtude pelas quais as manchas da culpa são purificadas, somos renovados em todas as disposições santas e voltamos a carregar a imagem de nosso Criador.

O apóstolo, portanto, possuía grande razão para apresentar essa solene advertência. Todos nós temos a mais elevada obrigação de considerá-la com profunda atenção. Para fazermos isso de maneira mais eficaz, investigarei:

I. Em que sentido se diz que o Espírito de Deus é entristecido pelos pecados humanos;

II. Por quais espécies de pecado ele é especialmente entristecido;

III. Qual é a força do argumento apresentado pelo apóstolo contra entristecermos o Espírito Santo: “No qual vocês foram selados para o dia da redenção.”

EM QUE SENTIDO O ESPÍRITO DE DEUS É ENTRISTECIDO

Primeiramente, devemos investigar em que sentido se poderá dizer que o Espírito de Deus é entristecido pelos pecados humanos.

Não existe em Deus coisa alguma daquilo que propriamente chamamos de paixão. Existe, porém, realidade de espécie infinitamente superior: movimentos de sua vontade muito mais fortes e vigorosos do que os seres humanos conseguem imaginar. Embora não possuam a natureza das paixões humanas, cumprem finalidades semelhantes.

Por “tristeza”, portanto, devemos compreender uma disposição da vontade divina que procede simultaneamente de seu amor ilimitado pelas pessoas e de sua infinita repulsa pelo pecado delas.

É nesse sentido limitado que a expressão é aplicada ao Espírito de Deus nas palavras do apóstolo.

Existem três razões pelas quais essa linguagem é aplicada particularmente ao Espírito Santo:

Primeiramente, porque ele está imediatamente presente conosco;

Em segundo lugar, porque nossos pecados desprezam essa elevada manifestação de seu amor e frustram seu último remédio para nossa recuperação;

Em terceiro lugar, porque, por meio dessa conduta ingrata, provocamos seu afastamento.

1. Entristecemos o Espírito por pecarmos em sua presença

Diz-se que entristecemos o Espírito Santo por meio de nossos pecados porque ele está imediatamente presente conosco.

Nossos pecados são cometidos diretamente diante de seus olhos e, por isso, são ainda mais ofensivos a ele.

Ele considera os cristãos professos como pessoas particularmente separadas para sua honra. Mais ainda: estamos tão estreitamente unidos a ele que somos considerados “um só espírito com ele”.

Consequentemente, cada pecado que atualmente praticamos, além de possuir sua própria culpa, contém nova e imensamente grave provocação.

Paulo pergunta:

“Vocês não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo?”

De que maneira somos santuário do Espírito, a não ser por sua habitação e presença íntima em nossa alma?

Quando, portanto, colocamos no coração — que deveria ser seu altar — os ídolos das inclinações terrenas e nos curvamos para servir às paixões pecaminosas que deveríamos sacrificar à vontade divina, isso precisa ser altamente ofensivo e entristecedor para ele.

“Que harmonia existe entre Cristo e o Maligno? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?”

2. Entristecemos o Espírito por desprezarmos seu amor

Entristecemos o Espírito Santo por meio de nossos pecados porque eles constituem desprezo pela maior manifestação de seu amor e frustram o último remédio por meio do qual procura realizar nossa recuperação.

Cada pecado que atualmente praticamos é cometido apesar de toda sua poderosa assistência e em desafio às suas repreensões. É resposta profundamente ingrata à sua infinita bondade!

O Espírito Santo é o ministro imediato da vontade de Deus sobre a terra e conduz os grandes assuntos da Igreja de Cristo. Caso derrame sobre nós as riquezas de sua graça e todas elas permaneçam sem resultado, não é surpreendente que apele ao mundo inteiro contra nossa ingratidão, utilizando as palavras do profeta:

“Agora, moradores de Jerusalém e homens de Judá, julguem entre mim e a minha vinha. Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu não lhe tenha feito? E como, esperando que desse uvas boas, veio a produzir uvas bravas?”

Essas e muitas outras expressões semelhantes encontradas nas Escrituras comunicam a mais profunda preocupação. Demonstram a máxima relutância de Deus em tratar com severidade até mesmo aqueles que não foram transformados por todos os sábios métodos de sua graça.

O Espírito Santo se apresenta como aquele que deseja poupar os pecadores. Podemos, portanto, ter certeza de que fica entristecido quando, por causa dos pecados, eles não lhe permitem fazer isso.

Como é grave frustrar dessa maneira o Espírito de amor — pois este também é seu título particular —, fazendo-o esperar para demonstrar graça e acompanhar-nos durante todo nosso caminho de insensatez e vaidade!

Ele permanece como testemunha de nossa obstinação, com insistentes ofertas de infinita bondade nas mãos. Nenhuma mente cheia de graça consegue pensar nessa conduta sem profunda tristeza.

É demonstração da misericórdia ilimitada de Deus que ele se agrade em afirmar apenas que está entristecido, em vez de permitir que sua indignação se manifeste imediatamente contra pessoas tão profundamente ingratas.

Foi semelhante ingratidão entre os judeus, depois de incontáveis demonstrações de extraordinária misericórdia, que finalmente levou o amor infinito a recompensá-los segundo suas ações, como os profetas relatam de maneira tão comovente.

Considerando as obrigações ainda maiores colocadas sobre nós, que desfrutamos dos mais elevados privilégios, podemos ter certeza de que a gravidade final de nossa conduta pecaminosa será proporcional às misericórdias que desprezamos.

Sem dúvida, Deus observa todos os filhos dos seres humanos, e sua ira permanece sobre todo aquele que pratica a injustiça. É, porém, o cristão infiel, que conheceu o amor perdoador de Deus, quem entristece especialmente o Espírito Santo.

Isso demonstra a particular indignidade do pecado do cristão. Uma pessoa poderá ficar indignada diante das ofensas de seu inimigo, mas é propriamente entristecida pelas ofensas de seu amigo.

Nossa relação tão próxima com Deus, como amigos e filhos, deveria, caso existisse em nós alguma gratidão, exercer poderoso domínio sobre nós e preservar-nos do mal.

3. Entristecemos o Espírito até provocar seu afastamento

Caso esses argumentos não sejam suficientemente fortes para impedir-nos de entristecer nosso melhor amigo, o Espírito Santo de Deus, consideremos que, por meio dessa conduta ingrata, provocamos seu afastamento.

Praticamente todos aqueles que experimentaram os bons dons do Espírito Santo devem ter percebido isso.

Esperamos que, em algum momento, tenhamos experimentado percepção tão viva de sua influência santa que, quando infelizmente o ofendemos, conseguimos perceber facilmente a transformação ocorrida na alma: a escuridão, a aflição e o desânimo que acompanham especialmente os pecados voluntários e presunçosos.

Nessas ocasiões, quando o Espírito bendito se retira e esconde sua presença, somos justamente deixados com a percepção de nossa própria miséria até que nos humilhemos diante do Senhor e, mediante profundo arrependimento e fé ativa, recebamos novamente a misericórdia e a paz divinas.

Quanto mais frequentemente o ofendemos, mais enfraquecemos suas influências sobre nossa alma.

Ofensas frequentes necessariamente provocam afastamento. Não é possível que nossa comunhão com ele permaneça cordial quando é perturbada por repetidas interrupções.

Um homem poderá perdoar muitas imprudências de seu amigo e até algumas transgressões intencionais. Caso, porém, descubra que o amigo o ofende continuamente, a amizade entre eles esfriará gradualmente.

Até mesmo o calor da afeição por aquele que possuía a maior parte de seu coração poderá desaparecer, pois concluirá que essa pessoa já não deseja nem merece conservar aquela amizade.

OS PECADOS QUE ENTRISTECEM ESPECIALMENTE O ESPÍRITO SANTO

Consideremos agora as espécies de pecado que entristecem especialmente o Espírito Santo.

De modo geral, são aqueles pecados que, desde o início, impedem que a graça produza o efeito devido em nossa alma ou que, posteriormente, se opõem diretamente à sua assistência bondosa e misericordiosa.

Da primeira espécie, mencionarei a falta de reflexão e atenção. Da segunda, os pecados presunçosos.

1. A falta de reflexão e atenção

A primeira disposição especialmente entristecedora para o Espírito Santo é a falta de reflexão e de atenção aos seus santos movimentos dentro de nós.

Existe disposição particular da alma, sobriedade da mente, sem a qual o Espírito de Deus não cooperará na purificação do coração.

Por meio da graça preveniente e auxiliadora de Deus, podemos preparar essa disposição em nós mesmos. O Espírito espera que façamos isso, pois constitui o fundamento de sua obra posterior.

Essa disposição consiste em conservar a mente calma e séria; regular e tranquilizar as afeições; recolher e controlar a busca desordenada das paixões pelas vaidades e pelos prazeres do mundo.

Isso é tão importante que a principal razão pela qual as pessoas recebem tão pouco benefício dos meios mais poderosos da graça é não examinarem suficientemente a própria alma.

Não observam nem vigiam as desordens e imperfeições do próprio espírito, nem prestam cuidadosa atenção às orientações e aos remédios que o Espírito Santo está sempre pronto a sugerir.

As pessoas geralmente ficam perdidas no movimento da vida, em seus negócios ou prazeres.

Parecem imaginar que sua regeneração e sua nova natureza nascerão e crescerão com tão pequeno cuidado de sua parte quanto aquele envolvido na concepção do corpo e em seu crescimento até a maturidade.

Nada, porém, é mais certo do que isto: o Espírito Santo não purificará nossa natureza a menos que prestemos cuidadosa atenção aos seus movimentos.

Eles se perdem para nós enquanto, segundo a linguagem do profeta, espalhamos nosso tempo; enquanto desperdiçamos os pensamentos em coisas desnecessárias e deixamos nosso crescimento espiritual — a única coisa necessária — completamente esquecido e negligenciado.

Existem muitas pessoas cuja vida, de modo geral, é exteriormente correta. Utilizam os meios de crescimento espiritual e participam cuidadosamente da Santa Ceia. Nos intervalos entre essas práticas, porém, concedem liberdade exagerada aos pensamentos, às afeições e à conversa.

Parecem adiar a grande tarefa da salvação até a próxima hora de devoção.

Caso esses cristãos percam tanto em sua condição espiritual por não examinarem e ajustarem as próprias contas, o que pensaremos daqueles que raramente dedicam pensamento sério ao bem-estar eterno?

Não existe disposição da mente menos favorável ao espírito da religião do que a falta de reflexão e consideração.

A sucessão natural de afeições fortes e vãs exclui da alma toda realidade proveitosa, até que as pessoas finalmente sejam dominadas por insensibilidade fatal. Perdem de vista todo perigo, tornam-se insensíveis às convicções divinas e frustram completamente todos os benditos meios de restauração.

Caso, portanto, meçamos a preocupação do Espírito Santo diante dos pecados pelo grau em que sua obra é frustrada, podemos concluir que não existe estado da mente que o entristeça mais, com exceção da prática consciente da perversidade.

2. Os pecados presunçosos

Os pecados presunçosos são, de fato, altamente ofensivos ao Espírito Santo de Deus.

Constituem manifestações de inimizade aberta contra ele e carregam toda a culpa de uma rebelião declarada.

O pecador intencional não age por ignorância nem é surpreendido. Luta conscientemente contra o mandamento expresso de Deus e contra a convicção viva, plena e presente da própria mente e consciência.

Essa é a forma mais elevada da iniquidade.

Todas as demais espécies de pecado são mais ou menos graves conforme se aproximam ou se afastam dos pecados dessa natureza terrível.

Esses pecados implicam máxima oposição à vontade de Deus, desprezo por sua misericórdia e desafio à sua justiça.

Caso alguma coisa consiga fazê-lo, certamente isso poderá entristecer o Espírito a ponto de retirar completamente sua presença graciosa.

SELADOS PARA O DIA DA REDENÇÃO

Consideremos agora a força do argumento apresentado pelo apóstolo contra entristecermos o Espírito Santo: somos “selados para o dia da redenção”.

Por “dia da redenção” poderá ser compreendido o momento em que abandonamos o corpo na morte ou aquele em que o recebemos novamente na ressurreição geral.

Provavelmente, a passagem se refere à segunda ocasião. O apóstolo emprega a palavra nesse sentido em outra passagem:

“Aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.”

Somos selados pelo Espírito Santo para esse dia de três maneiras:

1. Recebendo sua verdadeira impressão em nossa alma e participando da natureza divina;

2. Recebendo-o como sinal de que pertencemos a Deus e a Cristo;

3. Recebendo-o como garantia e confirmação interior de que possuímos direito à felicidade eterna.

4. A impressão do Espírito em nossa alma

Somos selados pelo Espírito Santo quando recebemos sua verdadeira impressão em nossa alma e nos tornamos participantes da natureza divina, preparados para participar da herança dos santos na luz.

Esta é a finalidade de sua habitação em nós: curar nossa alma desordenada e restaurar em nossa natureza a imagem divina, tão desfigurada pela corrupção original e pelos pecados praticados.

Enquanto nosso espírito não for renovado pelo menos em alguma medida, não poderemos possuir comunhão com ele.

“Se dissermos que mantemos comunhão com Deus e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.”

Pela renovação de nossa mente segundo a imagem daquele que nos criou, tornamo-nos cada vez mais capazes de receber suas influências.

Por meio da comunhão diária com ele, somos progressivamente transformados à sua semelhança, até ficarmos plenamente satisfeitos com ela.

Essa semelhança com Deus, essa conformidade de nossa vontade e de nossas afeições com a vontade divina, é propriamente a santidade.

Produzi-la em nós constitui o verdadeiro propósito de todas as influências do Espírito Santo.

Por meio de sua presença, recebemos grande plenitude de virtudes santas. Nosso espírito recebe traços que correspondem às perfeições originais de Deus.

Assim somos selados por ele, no primeiro sentido, como preparação para nosso dia de redenção.

Considerando que nossa nova natureza cresce debaixo do poder de suas mãos, o que fazemos quando o entristecemos por meio dos pecados?

Desfazemos e destruímos sua obra.

Frustramos seus propósitos, derrubando as barreiras que ele vinha levantando contra as correntes da corrupção, até que finalmente derrotamos todas as suas medidas misericordiosas para nossa salvação.

2. O sinal de que pertencemos a Deus

Somos selados pelo Espírito Santo para o dia da redenção como sinal da propriedade de Deus sobre nós e como marca de que pertencemos a Cristo.

Segundo a determinação divina, isso constitui condição e segurança daquela felicidade futura. Deus não admitirá nela aqueles que não tenham recebido no coração o Espírito de seu Filho.

Em todos aqueles nos quais encontrar essa marca e esse caráter, quando vier para julgar o mundo, ele os tomará para si e não permitirá que o destruidor os prejudique.

Com esse propósito, o profeta Malaquias declara a respeito daqueles que temiam a Deus:

“Eles serão para mim particular tesouro naquele dia que prepararei; pouparei cada um deles, como um homem poupa seu filho que o serve.”

Caso o Espírito Santo seja o sinal, o selo e a segurança de nossa salvação, quando o entristecemos por meio dos pecados rompemos esse selo com as próprias mãos.

Cancelamos nossa segurança mais firme e, dentro daquilo que está ao nosso alcance, anulamos nosso próprio direito à vida eterna.

3. A garantia interior da salvação

Além de ser a segurança de nossa salvação, o Espírito Santo dentro de nós é também sua garantia e assegura ao nosso espírito que possuímos direito à felicidade eterna.

“O próprio Espírito confirma ao nosso espírito que somos filhos de Deus.”

Para que esse testemunho interior permaneça vivo e constante, é absolutamente necessário prestar cuidadosa atenção à operação secreta do Espírito Santo dentro de nós.

Ele derrama suas santas consolações em nossa alma, anima nosso espírito abatido e concede-nos percepção viva das promessas.

Desperta em nós sentimentos luminosos e alegres e concede-nos antecipadamente uma experiência da felicidade para a qual caminhamos.

Nesse sentido, Paulo afirma aos coríntios que Deus nos selou e colocou em nosso coração a garantia do Espírito.

Essa garantia não é apenas confirmação de nosso direito à felicidade, mas parte real e presente da recompensa cuja plenitude esperamos receber no futuro.

Tradução em português atual a partir do original em domínio público (ed. Thomas Jackson, 1872), realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo Ildo Mello. Citações bíblicas conforme a NAA. Igreja Metodista Livre do Brasil.

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