SERMÃO 41
Pensamentos dispersos
Quais pensamentos dispersos são pecaminosos — e de quais ninguém está livre nesta vida.
“Levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.”
(2Co 10.5, NAA)Antes de ler
Uma pessoa plenamente santificada nunca se distrai? A perfeição cristã significa que todos os pensamentos permanecem continuamente organizados, concentrados e livres de qualquer interrupção?
Wesley responde que precisamos distinguir dois tipos de pensamentos dispersos. Alguns afastam o coração de Deus e nascem da incredulidade, do orgulho, da ira ou de outros desejos pecaminosos. Desses pensamentos o cristão pode e deve ser purificado.
Outros, porém, resultam das limitações naturais do corpo, da memória, da imaginação, do sono, das enfermidades, da dor, dos estímulos exteriores ou de associações involuntárias de ideias. Essas distrações não são necessariamente pecaminosas e podem existir juntamente com o amor perfeito.
A santidade não transforma seres humanos em anjos nem elimina as limitações da condição corporal. Deus purifica o coração do pecado, mas não promete, nesta vida, libertar-nos de todas as fraquezas naturais.
— Bispo Ildo Mello
1. Deus levará todo pensamento à obediência de Cristo de tal maneira que nenhum pensamento disperso jamais encontrará lugar em nossa mente enquanto permanecermos no corpo?
Algumas pessoas afirmaram isso com grande intensidade.
Disseram que ninguém é aperfeiçoado no amor enquanto não for também aperfeiçoado no entendimento, de modo que todos os pensamentos dispersos desapareçam.
Segundo elas, não apenas todas as disposições e afeições precisam ser santas, justas e boas, mas cada pensamento individual que surge na mente precisa ser sábio, organizado e perfeitamente adequado.
2. Essa questão não possui pouca importância.
Muitas pessoas que temem e amam a Deus, talvez de todo o coração, ficaram profundamente perturbadas por causa dela.
Por não compreenderem corretamente o assunto, sofreram grandes prejuízos espirituais.
Foram lançadas em raciocínios inúteis e prejudiciais que retardaram seu avanço para Deus e enfraqueceram sua corrida cristã.
Algumas chegaram a duvidar e, depois, negar a obra que Deus havia realizado em sua alma. Assim entristeceram o Espírito até que ele se retirou e as deixou em profunda escuridão.
3. Apesar dos incontáveis livros publicados sobre quase todos os assuntos, encontramos poucos que tratem adequadamente dos pensamentos dispersos.
Para oferecer algum esclarecimento, investigarei:
I. Quais são os diferentes tipos de pensamentos dispersos.
II. Quais são suas causas gerais.
III. Quais são pecaminosos e quais não são.
IV. De quais podemos esperar e pedir libertação.
I. Tipos de pensamentos dispersos
1. Os tipos particulares são incontáveis, mas podem ser reunidos em duas grandes categorias:
Primeiro, pensamentos que se afastam de Deus.
Segundo, pensamentos que se afastam do assunto específico que estávamos considerando.
2. Quanto ao primeiro tipo, todos os pensamentos da pessoa natural se afastam continuamente de Deus.
Ela não pensa nele. Deus não ocupa seus pensamentos.
Como afirma o apóstolo, ela vive sem Deus no mundo.
Pensamos naquilo que amamos. A pessoa natural não ama a Deus e, por isso, não pensa nele.
Quando é obrigada a pensar em Deus durante algum tempo, não sente prazer nisso.
Esses pensamentos lhe parecem cansativos e desagradáveis. Por isso, procura expulsá-los rapidamente e voltar àquilo que gosta de considerar.
3. O mundo e as coisas do mundo ocupam seu tempo e absorvem sua mente:
O que comeremos?
O que beberemos?
O que vestiremos?
O que veremos ou ouviremos?
O que ganharemos?
Como satisfaremos nossos sentidos e nossa imaginação?
Enquanto alguém ama o mundo, isto é, enquanto permanece em seu estado natural, seus pensamentos, do amanhecer até a noite, são continuamente pensamentos que se afastam de Deus.
4. Muitas vezes, as pessoas não vivem apenas sem Deus, mas lutam contra ele.
Existe naturalmente no ser humano uma mentalidade carnal que é inimiga de Deus.
Por isso, surgem pensamentos de incredulidade: negar a existência de Deus ou questionar seu poder, sua sabedoria, sua misericórdia, sua justiça ou sua santidade.
Também aparecem dúvidas sobre sua providência e sua direção dos acontecimentos.
Mesmo quando admitem que Deus governa, alimentam pensamentos de murmuração e descontentamento.
Ligadas a isso estão as imaginações orgulhosas e vaidosas.
Em outros momentos, surgem pensamentos de ira, maldade, vingança ou fantasias de prazer sensual.
Por meio deles, a mente terrena e sensual torna-se ainda mais terrena e sensual.
Esses são os pensamentos dispersos da pior espécie, pois representam verdadeira oposição a Deus.
5. Muito diferentes são os pensamentos em que o coração não se afasta de Deus, mas o entendimento se desvia do assunto específico que estava examinando.
Por exemplo, começo a refletir sobre as palavras:
“As armas da nossa luta não são carnais, mas poderosas em Deus.”
(2Co 10.4, NAA)
Penso:
“Assim deveria acontecer com todos os que são chamados cristãos.”
Então começo a considerar como a realidade é diferente em grande parte do mundo cristão.
Que armas estão usando? Que tipo de guerra estão travando? Pessoas que afirmam seguir Cristo destroem umas às outras com violência.
Onde está o amor cristão?
Assim, antes que eu perceba, meu pensamento passa de uma circunstância para outra.
Esses também são, em determinado sentido, pensamentos dispersos.
Não se afastam de Deus nem se opõem a ele, mas se afastam do assunto específico que eu pretendia considerar.
II. As causas dos pensamentos dispersos
1. A causa do primeiro tipo de pensamentos, aqueles que se afastam ou se opõem a Deus, encontra-se geralmente nas disposições pecaminosas.
Por que Deus não está nos pensamentos da pessoa natural?
Porque ela não conhece nem ama a Deus. Nesse sentido prático, vive como ateia, ainda que não utilize esse nome.
Por que seus pensamentos correm continuamente atrás do mundo?
Porque é idólatra.
Talvez não se ajoelhe diante de uma imagem, mas ama e adora o mundo. Procura felicidade nas coisas visíveis e nos prazeres que desaparecem com o uso.
Por que seus pensamentos se afastam do propósito de sua existência, que é conhecer a Deus em Cristo?
Porque não possui fé, ou possui apenas uma fé intelectual semelhante à dos demônios.
Todos esses pensamentos nascem naturalmente da raiz da incredulidade.
2. O mesmo acontece com outras disposições.
O orgulho, a ira, a vingança, a vaidade, a impureza e a avareza produzem pensamentos correspondentes à sua própria natureza.
Toda disposição pecaminosa que encontra lugar na mente humana abre um novo caminho pelo qual os pensamentos se afastam de Deus.
3. As causas do segundo tipo de pensamentos dispersos são muito diferentes.
Muitos surgem da união natural entre a alma e o corpo.
Como o entendimento é rapidamente afetado por um corpo enfermo!
Quando o funcionamento do cérebro é profundamente alterado, o pensamento regular se torna impossível.
Pode surgir confusão mental intensa, e toda organização do pensamento desaparece.
Até uma perturbação temporária, como um delírio causado por febre, impede a reflexão ordenada.
Distúrbios do sistema nervoso também podem produzir, em maior ou menor grau, irregularidade mental.
Assim, o corpo corruptível pesa sobre a alma e multiplica seus pensamentos.
4. Isso não acontece apenas durante a enfermidade.
Em alguma medida, acontece continuamente, mesmo em uma pessoa saudável.
Toda pessoa dorme, e durante o sono está sujeita aos sonhos.
Quem consegue governar os próprios pensamentos enquanto dorme?
Quem consegue preservar sua ordem, fixá-los em um único assunto ou impedir que corram de uma extremidade à outra?
5. Mesmo quando estamos acordados, nem sempre conseguimos governar firmemente os pensamentos.
A própria natureza do corpo nos expõe a extremos.
Algumas vezes estamos pesados, lentos e sem energia suficiente para acompanhar uma linha de raciocínio.
Em outras ocasiões, a imaginação está excessivamente ativa.
Sem nossa autorização, corre de um lado para outro e nos arrasta, quer desejemos, quer não.
Isso pode resultar simplesmente das condições naturais do corpo e do sistema nervoso.
6. Muitos pensamentos dispersos também surgem das associações de ideias formadas sem nosso conhecimento e independentemente de nossa vontade.
Não sabemos explicar completamente como essas conexões são formadas, mas elas acontecem de incontáveis maneiras.
Nem a pessoa mais sábia ou santa consegue romper todas essas associações ou impedir suas consequências naturais.
Quando uma ideia é despertada, corre imediatamente para outras que foram ligadas a ela.
7. Podemos concentrar toda a atenção em determinado assunto.
Contudo, se surge prazer ou dor, especialmente em grande intensidade, essa sensação exige atenção imediata.
Interrompe até a reflexão mais firme e desvia a mente do tema que estava considerando.
8. Essas causas estão dentro de nós e fazem parte de nossa constituição.
Os pensamentos também são interrompidos pelas influências dos objetos exteriores.
Tudo aquilo que atinge nossos sentidos — especialmente os olhos ou os ouvidos — produz uma percepção na mente.
Aquilo que vemos e ouvimos interfere na linha de pensamento que seguíamos.
Cada pessoa que faz alguma coisa diante de nós ou fala ao nosso alcance desvia nossa mente, em maior ou menor grau, daquilo que considerávamos anteriormente.
9. Não existe dúvida de que os espíritos malignos, que procuram continuamente alguém para devorar, utilizam todas essas oportunidades para apressar e confundir nossa mente.
Por um ou outro desses meios, procuram perturbar-nos e, até onde Deus permite, interromper nossos pensamentos, especialmente quando estão voltados para os melhores assuntos.
Eles conhecem as relações entre o corpo e as faculdades da mente e podem explorar nossas limitações.
Podem também sugerir pensamentos diretamente.
Considerando todas essas coisas, não é surpreendente que nossa mente se afaste tão frequentemente do assunto que pretendíamos manter diante dela.
III. Quais pensamentos são pecaminosos
1. Em primeiro lugar, todos os pensamentos que afastam o coração de Deus e não lhe deixam lugar em nossa mente são pecaminosos.
Representam ateísmo prático e nos deixam sem Deus no mundo.
Ainda mais pecaminosos são aqueles que se opõem diretamente a Deus e demonstram inimizade contra ele.
2. Incluem-se aqui pensamentos de murmuração e descontentamento, que dizem, na prática:
“Não queremos que Deus governe sobre nós.”
Também são pecaminosos os pensamentos de incredulidade a respeito da existência, dos atributos ou da providência de Deus.
Refiro-me à providência particular que governa todas as coisas e todas as pessoas.
Jesus afirmou que nenhum pardal cai sem que o Pai saiba e que até os cabelos de nossa cabeça estão contados.
Falar de uma providência geral que não alcança os acontecimentos particulares é utilizar uma expressão agradável que, na prática, nada significa.
3. Todos os pensamentos que nascem de disposições pecaminosas também são pecaminosos.
Pensamentos nascidos da vingança, do orgulho, da impureza ou da vaidade são frutos de uma árvore má.
Uma árvore má não pode produzir bons frutos.
4. Também são pecaminosos os pensamentos que produzem ou alimentam disposições pecaminosas.
Isso inclui pensamentos que despertam ou fortalecem orgulho, vaidade, ira, amor ao mundo ou qualquer afeição contrária à santidade.
Não apenas aquilo que procede do mal é mau, mas também aquilo que conduz ao mal, afasta a alma de Deus e a torna terrena, sensual e diabólica.
5. Até pensamentos provocados inicialmente por fraqueza, doença ou pelo funcionamento natural do corpo podem tornar-se pecaminosos quando alimentam disposições erradas.
O mesmo acontece com pensamentos despertados pelas palavras e ações de outras pessoas.
Se começamos a alimentar ressentimento, orgulho ou desejos desordenados, aquilo que era inicialmente involuntário torna-se pecado.
O mesmo vale para pensamentos sugeridos pelo diabo.
Enquanto são apenas sugestões, não são nossos. Quando lhes damos lugar e os transformamos em disposições pessoais, tornam-se pecaminosos.
6. Fora desses casos, os pensamentos em que o entendimento simplesmente se afasta do assunto que estava considerando não são mais pecaminosos do que o movimento do sangue em nossas veias.
Caso resultem de uma constituição frágil, de enfermidade ou de fraqueza acidental, são tão inocentes quanto a própria limitação corporal.
Problemas nervosos, febre, confusão mental temporária ou prolongada podem existir sem culpa moral.
O mesmo acontece com distrações produzidas pela união natural entre corpo e alma ou por mudanças involuntárias nos órgãos envolvidos no pensamento.
Também não existe pecado nas associações espontâneas de ideias que não escolhemos.
7. Caso nossos pensamentos sejam desviados por outras pessoas que afetam nossos sentidos, continuam sendo inocentes.
Não é pecado compreender aquilo que vemos ou ouvimos e que, em muitos casos, não podemos deixar de perceber.
Alguém poderá perguntar:
“Mas os pensamentos sugeridos pelo diabo não são maus?”
Podem ser perturbadores e, nesse sentido, maus, mas não são necessariamente pecaminosos.
Não sabemos se Satanás falou a Jesus com voz audível ou se simplesmente sugeriu interiormente:
“Tudo isto lhe darei se, prostrado, você me adorar.”
(Mt 4.9, NAA)
Jesus compreendeu a sugestão. Um pensamento correspondente às palavras passou por sua mente.
Entretanto, não houve pecado nele, nem em ação, nem em palavra, nem em pensamento.
Da mesma forma, não existe pecado nas inúmeras sugestões semelhantes que Satanás possa lançar contra um seguidor de Cristo, enquanto a pessoa não as acolher.
8. Consequentemente, esses pensamentos dispersos involuntários não são incompatíveis com o amor perfeito.
Caso fossem, a dor intensa e até o sono seriam incompatíveis com a santidade.
A dor interrompe o pensamento e dirige a atenção para outra coisa.
O sono é um estado de reduzida percepção, frequentemente acompanhado por pensamentos soltos, desordenados e incoerentes.
Contudo, tanto a dor como o sono podem coexistir com o amor perfeito.
O mesmo ocorre com os pensamentos dispersos dessa categoria.
IV. De quais pensamentos podemos ser libertos
1. Podemos responder claramente de quais pensamentos dispersos devemos esperar e pedir libertação.
Todo aquele que é aperfeiçoado no amor é libertado dos pensamentos em que o coração se afasta de Deus, se opõe à sua vontade ou vive como se ele não existisse.
Podemos e devemos esperar e pedir essa libertação.
Pensamentos desse tipo envolvem incredulidade ou até inimizade contra Deus, e ele deseja destruir ambas completamente.
2. Podemos ser inteiramente libertos de todos os pensamentos pecaminosos.
Aqueles que são aperfeiçoados no amor são libertos deles; caso contrário, não seriam salvos do pecado.
Seres humanos e demônios continuarão tentando-os de muitas maneiras, mas não precisam ser vencidos.
3. Quanto ao segundo tipo de pensamentos dispersos, a situação é diferente.
Não podemos esperar que o efeito desapareça enquanto a causa permanece.
As causas dessas distrações continuarão enquanto permanecermos no corpo. Por isso, temos razões para acreditar que seus efeitos também continuarão.
4. Suponha que uma alma profundamente santa habite em um corpo enfermo.
Se o cérebro estiver tão afetado que produza grave confusão mental, os pensamentos continuarão desorganizados enquanto a enfermidade permanecer.
Se uma febre produz delírio, não podemos esperar pensamentos perfeitamente conectados antes que o delírio termine.
Se um distúrbio nervoso alcança grande intensidade, pensamentos descontrolados podem continuar enquanto a condição física permanecer.
5. O mesmo acontece com pensamentos provocados por dor violenta.
Eles continuarão, em maior ou menor grau, enquanto a dor existir, de acordo com a ordem natural estabelecida por Deus.
Também ocorrerão interrupções quando existirem limitações de compreensão, julgamento ou imaginação relacionadas à constituição física.
Inúmeras distrações podem nascer das associações involuntárias de ideias.
Todas essas coisas resultam, direta ou indiretamente, do corpo corruptível que pesa sobre a mente.
Não devemos esperar libertação completa antes que o corruptível se revista da incorruptibilidade.
6. Somente quando deixarmos este mundo seremos libertos dos pensamentos dispersos provocados por aquilo que vemos e ouvimos ao nosso redor.
Para evitá-los completamente, precisaríamos sair do mundo.
Enquanto existirem pessoas ao nosso redor e possuirmos olhos e ouvidos, aquilo que vemos e ouvimos afetará nossa mente e interromperá, em maior ou menor grau, os pensamentos anteriores.
7. Enquanto espíritos malignos continuarem agindo neste mundo desordenado, atacarão todos os que habitam em carne e sangue, ainda que não consigam vencê-los.
Perturbarão até aqueles que não conseguem destruir. Atacarão mesmo quando não podem conquistar.
Não devemos esperar libertação completa de seus ataques antes de chegarmos ao lugar onde os maus deixam de perturbar e os cansados encontram descanso.
8. Esperar libertação de todos os pensamentos provocados por espíritos malignos seria esperar que o diabo morresse, dormisse ou deixasse de andar ao redor procurando alguém para devorar.
Esperar libertação de todos os pensamentos provocados pelas pessoas seria esperar que elas desaparecessem da terra, que vivêssemos completamente isolados ou que, possuindo olhos e ouvidos, nada víssemos ou ouvíssemos.
Pedir libertação de todos os pensamentos provocados pelo corpo seria, na prática, pedir que deixássemos o corpo.
Seria pedir que Deus mantivesse nossa união com um corpo corruptível e, ao mesmo tempo, eliminasse todas as consequências naturais dessa união.
Seria como pedir para sermos simultaneamente seres humanos e anjos, mortais e imortais.
Quando, porém, vier a imortalidade, a mortalidade desaparecerá.
9. Em vez disso, oremos com o espírito e com o entendimento para que todas essas coisas cooperem para o nosso bem.
Que possamos suportar as limitações de nossa natureza, as interrupções das pessoas e os ataques e sugestões dos espíritos malignos e, em tudo, ser mais que vencedores.
Oremos para ser libertos de todo pecado, para que tanto a raiz como os ramos sejam destruídos.
Que sejamos purificados de toda impureza da carne e do espírito, de toda disposição, palavra e ação pecaminosa.
Que amemos o Senhor, nosso Deus, com todo o coração, todo o entendimento, toda a alma e todas as forças.
Que todo o fruto do Espírito seja encontrado em nós: amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Que essas graças cresçam e transbordem cada vez mais, até que nos seja amplamente concedida a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Tradução em português atual a partir do original em domínio público (ed. Thomas Jackson, 1872), realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo Ildo Mello. Citações bíblicas conforme a NAA. Igreja Metodista Livre do Brasil.