Charles Wesley · Hymns on the Expected Invasion, 1759 (Londres, 1759)
Hinos da Invasão
8 hino(s)/peça(s)
Hino I
Original1Let God, the mighty God,The Lord of hosts arise,With terror clad, with strength endued,And rent, and bow the skies!Call’d down by faithful prayer,Saviour, appear below,Thy hand lift up, thine arm make bare,And quell thy church’s foe.Our refuge in distress,In danger’s darkest hour,Appear as in the antient daysWith full redeeming power;That thy redeem’d may singIn glad triumphant strains,The Lord is God, the Lord is King,The Lord for ever reigns!
Tradução1Levante-se Deus, o Deus poderoso,o Senhor dos exércitos,vestido de terror, revestido de força,e rasgue e curve os céus! (Sl 18.9)Chamado por fiel oração,Salvador, aparece aqui embaixo,ergue a tua mão, desnuda o teu braço,e subjuga o inimigo da tua igreja.Nosso refúgio na aflição,na hora mais escura do perigo,aparece como nos dias antigos,com pleno poder redentor;para que os teus redimidos cantemem alegres e triunfantes acentos:O Senhor é Deus, o Senhor é Rei,o Senhor reina para sempre!
2We with our ears have heard,Our fathers us have toldThe work that in their days appear’d,And in the times of old;The mighty wonders wroughtBy heaven in their defence,When Jacob’s God for Britain fought,And chas’d th’ invaders hence.Vainly INVINCIBLETheir fleets the seas did hide,And doom’d our sires to death and hell,And Israel’s God defied:But with his wind he blew,But with his waves he rose,And dash’d, and scatter’d, and o’erthrew,And swallow’d up his foes.
2Com os nossos ouvidos ouvimos,os nossos pais nos contaram (Sl 44.1)a obra que apareceu nos seus dias,e nos tempos antigos;as poderosas maravilhas operadaspelo céu em sua defesa,quando o Deus de Jacó lutou pela Grã-Bretanha,e expulsou daqui os invasores.Em vão “invencíveis”,as suas frotas cobriam os mares,e condenavam os nossos antepassados à morte e ao inferno,e desafiavam o Deus de Israel:mas com o seu vento ele soprou,com as suas ondas se levantou,e arremessou, e dispersou, e derrubou,e tragou os seus inimigos.
3Jesus, Jehovah, Lord,Thy wonted aid we claim;Not trusting in our bow or sword,But in thy saving name:Thy name the mighty tower,From whence our foes we seeReady our country to devour,Without a nod from thee.Thou wilt not give us upA prey unto their teeth,But blast their aim, confound their hope,Their league with hell and death;With such deliverance blessWhom thou hast chose for thine,That we, and Europe, may confessThe work is all divine!
3Jesus, Jeová, Senhor,reclamamos o teu costumeiro socorro;não confiando no nosso arco ou espada (Sl 44.6),mas no teu nome salvador:o teu nome, a torre poderosa (Pv 18.10),de onde vemos os nossos inimigosprontos a devorar o nosso país,sem um aceno teu.Tu não nos entregaráscomo presa aos seus dentes (Sl 124.6),mas frustrarás o seu intento, confundirás a sua esperança,a sua aliança com o inferno e a morte;com tal livramento abençoaaqueles que escolheste para ti,para que nós, e a Europa, confessemosque a obra é toda divina!
Hino II
Original1God of unbounded power,God of unwearied love,Be present in our dangerous hour,Our danger to remove;To guard our fav’rite land,So oft preserv’d by thee,Come, Lord, and in the channel stand,Come, and block up the sea.Refuse them leave to pass,Forbid them to draw nigher;Surround us as a wall of brass,As battlements of fire:Our lives, our threaten’d coastBeneath thy shadow take,And turn aside the alien host,And drive the ruffians back.
Tradução1Deus de poder ilimitado,Deus de amor incansável,está presente na nossa hora de perigo,para afastar o nosso perigo;para guardar a nossa terra predileta,tantas vezes preservada por ti,vem, Senhor, e põe-te no canal,vem, e bloqueia o mar.Recusa-lhes licença de passar,proíbe-os de aproximar-se mais;cerca-nos como um muro de bronze (Jr 15.20),como baluartes de fogo:as nossas vidas, a nossa costa ameaçada,toma sob a tua sombra,e desvia o exército estrangeiro,e faze recuar os facínoras.
2Or if thine awful willAdmit our Romish foe,And force the sleeping crowd to feelThe long-suspended blow;If justice stern hath pastTh’ irrevocable doom,And arm’d with Britain’s sins at lastThe ravagers must come;Come first, thou Man in white,Thy Father’s love reveal,His name on every mourner write,And every servant seal;Let their deliverance proveThou canst preserve thine own,And all who trust thy guardian loveAre safe in thee alone.
2Ou, se a tua terrível vontadeadmitir o nosso inimigo romanista,e forçar a multidão adormecida a sentiro golpe há muito suspenso;se a justiça severa já pronuncioua sentença irrevogável,e, armados enfim com os pecados da Grã-Bretanha,os saqueadores hão de vir;vem primeiro, ó Homem vestido de branco (Ez 9.2),revela o amor do teu Pai,escreve o seu nome em cada pranteador,e sela cada servo (Ap 7.3);que o seu livramento proveque podes preservar os teus,e que todos os que confiam no teu amor protetorestão seguros somente em ti.
3Come then, ye hostile bands,For one short moment come:The Man in white shall bind your hands,Ye murtherers of Rome:If suffered from on highTo reach our threatned shore,With bridles in your mouths draw nigh,And shew your bounded power.Your power to God submits;He keeps our faithful souls;Above the water-floods he sits,And earth and hell controuls:In dangers, deaths, and snaresHe lays the sacred line;Nor can ye touch a man that bearsHis Saviour’s bloody sign.
3Vinde, então, ó bandos hostis,por um breve momento, vinde:o Homem vestido de branco atará as vossas mãos,ó assassinos de Roma:se do alto vos for permitidoalcançar a nossa costa ameaçada,com freios na boca aproximai-vos (2Rs 19.28),e mostrai o vosso poder limitado.O vosso poder se submete a Deus;ele guarda as nossas almas fiéis;acima das torrentes de águas ele se assenta (Sl 29.10),e domina a terra e o inferno:nos perigos, nas mortes e nos laçosele traça a linha sagrada;e não podeis tocar um homem que trazo sinal sangrento do seu Salvador.
Hino III
Original1But will the gracious Lord,Who hides us in his breast,Redeem his servants from the sword,And give up all the rest?Wilt thou thy fury pourOn the obdurate crowd,And let the Romish wolf devourThe men that know not God?Bowels divine, forbid!Forbid it heavenly grace!And let the mourning praying seedProtect the sinful race:To Abraham’s son and GodWith Abraham’s faith we cry,O spare a nation in their blood,Nor let the wicked die.
Tradução1Mas irá o benigno Senhor,que nos esconde no seu peito,resgatar os seus servos da espada,e entregar todos os demais?Derramarás a tua fúriasobre a multidão obstinada,e deixarás o lobo romanista devoraros homens que não conhecem a Deus?Entranhas divinas, não o permitais!Não o permita a graça celestial!E que a semente que pranteia e oraproteja a raça pecadora:Ao Deus e Filho de Abraãocom a fé de Abraão clamamos (Gn 18.23),oh, poupa uma nação no seu sangue,e não deixes morrer o ímpio.
2Drawn down by public crimes,If vengeance must take place,Why, Lord, in our degenerate timesHast thou remembred grace?Thy kingdom why restor’d?What means thy Spirit’s strife,While thousands by his powerful wordAre pass’d from death to life?The tokens of thy loveOn every side we see,And crowds begotten from aboveStretch out their hands to thee:Against this evil dayReady prepar’d they stand,To turn thy vengeful wrath away,And save a guilty land.
2Atraída pelos crimes públicos,se a vingança tem de vir,por que, Senhor, nos nossos tempos degeneradoste lembraste da graça?Por que restauraste o teu reino?Que significa a luta do teu Espírito,enquanto milhares, pela sua palavra poderosa,passam da morte para a vida? (Jo 5.24)Os sinais do teu amorpor toda parte vemos,e multidões nascidas do alto (Jo 3.3)estendem as mãos para ti:Contra este dia mauprontos eles estão,para desviar a tua ira vingadora,e salvar uma terra culpada.
3Ev’n now with them we meetAround thy gracious throne,And mercy for a land intreatWhere thou art truly known:We wrestle for the throngWho dead in sins abide,Because the judgment lingers longWho all thy threats deride.What canst thou do to saveThe souls insensible,Who madly their destruction brave,And laugh at death and hell?They ask the scourge to see,They bid thy day make haste,But public ill, o’erul’d by thee,Shall turn to good at last.
3Ainda agora com eles nos reunimosao redor do teu trono de graça,e imploramos misericórdia por uma terraonde tu és verdadeiramente conhecido:lutamos pela multidãoque jaz morta em pecados,porque o juízo tarda muito,e todos zombam das tuas ameaças.Que podes fazer para salvaras almas insensíveis,que loucamente desafiam a sua destruição,e riem da morte e do inferno?Pedem para ver o açoite,mandam que o teu dia se apresse (Is 5.19),mas o mal público, dominado por ti,há de por fim tornar-se em bem.
Hino IV
Original1Here then we calmly rest,Whate’er thy will intend,It must be for thy people best,It must in blessings end:To those that love the Lord,And feel thy sprinkled blood,Famine, and pestilence, and sword,Shall jointly work for good.Our lives are hid with thine,Our hairs are numbred all,Nor can without the nod divineOne worthless sparrow fall:And shall a nation bleed,And shall a kingdom fail,While thou, O Christ, art Lord and HeadO’er heaven and earth and hell!
Tradução1Aqui, então, serenamente descansamos,seja o que for que a tua vontade determine,há de ser o melhor para o teu povo,há de terminar em bênçãos:para os que amam o Senhor,e sentem o teu sangue aspergido,fome, e peste, e espadahão de juntamente cooperar para o bem (Rm 8.28).As nossas vidas estão escondidas com a tua (Cl 3.3),todos os nossos cabelos estão contados,nem pode, sem o aceno divino,cair um só pardal sem valor (Mt 10.29):e sangrará uma nação,e cairá um reino,enquanto tu, ó Cristo, és Senhor e Cabeçasobre o céu, e a terra, e o inferno!
2Beneath thy wings secure,In patience we possessOur souls, and quietly endureWhatever our God decrees:Yet still we cry, delayThe careless sinner’s doom,And, till the judgment comes, we prayThat it may never come:May never come alone,But guided by thy graceOur vain self confidence o’erturn,And all our pride abase:Who will not see thy hand,Thy truth and love adore,Compel us, Lord, to understandThe thunder of thy power.
2Seguros sob as tuas asas,em paciência possuímosas nossas almas, e tranquilamente suportamos (Lc 21.19)tudo o que o nosso Deus decreta:contudo ainda clamamos: adiaa condenação do pecador descuidado,e, até que venha o juízo, oramospara que ele nunca venha:que nunca venha sozinho,mas guiado pela tua graça,derruba a nossa vã autoconfiança,e abate todo o nosso orgulho:aos que não querem ver a tua mão,adorar a tua verdade e o teu amor,força-nos, Senhor, a compreendero trovão do teu poder.
3Out of our slumber woke,Bid all our nation rise,And bless the providential stroke,That turn’d us to the skies:Who walk’d in darkest night,In death’s dread shadow lay,Shew us the great the glorious light,The dawn of gospel-day.Escap’d the hostile sword,O may we fly to thee,And find in our redeeming LordOur life and liberty;Our strength and righteousness,O let us hold thee fast,With confidence divine, and peaceThat shall for ever last.
3Despertados do nosso sono,manda toda a nossa nação levantar-se,e bendizer o golpe providencial,que nos voltou para os céus:nós que andávamos na noite mais escura,jazíamos na temível sombra da morte (Is 9.2),mostra-nos a grande e gloriosa luz,a alvorada do dia evangélico.Escapados da espada hostil,oh, possamos voar para ti,e achar no nosso Senhor redentora nossa vida e liberdade;a nossa força e justiça,oh, deixa-nos agarrar-te firmemente,com divina confiança, e pazque há de durar para sempre.
Hino V
Original1How long, thou weapon of the Lord,Jehovah’s controversial sword,Before thy slaughters cease?Put up thyself into thy sheath,Be still, thou minister of death,And sleep in endless peace.
Tradução1Até quando, ó arma do Senhor,espada litigante de Jeová,até que cessem as tuas matanças?Recolhe-te à tua bainha,aquieta-te, ó ministro da morte,e dorme em paz sem fim (Jr 47.6).
2How can it sleep, when hostile heavenA charge hath to his servant given,Against the British shore?Appointed by an angry God,Tho’ drunk with seas of human blood,The glutton thirsts for more.
2Como poderá dormir, quando o céu hostildeu ordem ao seu servo,contra a costa britânica?Designada por um Deus irado,embora embriagada de mares de sangue humano,a devoradora tem sede de mais.
3Have we not dragg’d the judgment down,Undaunted at th’ Almighty’s frown,Unsoften’d by his grace?And still we madly close our eyes,Thy mercy spurn, thy wrath despise,And mock thee to thy face.
3Não arrastamos nós para baixo o juízo,impávidos ante o cenho do Todo-Poderoso,sem nos abrandarmos pela sua graça?E ainda loucamente fechamos os olhos,desprezamos a tua misericórdia, menosprezamos a tua ira,e zombamos de ti na tua face.
4We dare the evil day to come,“The plots and powers of feeble RomeCan never here prevail:Secur’d by rocks our island stands,By counsels wise, and valiant bands,And fleets invincible.”
4Desafiamos o dia mau a vir:“as tramas e forças da débil Romanunca aqui prevalecerão:segura por rochedos, a nossa ilha se firma,por conselhos sábios e bandos valentes,e frotas invencíveis.”
5“Confiding in our fleshly arm,Shall Gallic armaments alarm,Or break our firm repose?”Thy judgments soar beyond our sightAnd therefore with presumptuous slightWe puff at all our foes.
5“Confiando no nosso braço de carne,acaso armamentos gauleses hão de alarmar,ou quebrar o nosso firme repouso?”Os teus juízos voam além da nossa vista,e por isso, com presunçoso desdém,bufamos contra todos os nossos inimigos.
6Supinely negligent and proud,The noble and ignoble crowdIn deadly slumber sleep:The nation sleeps, of conquest sure,Stands on a precipice secure,Nor dreads the yawning deep.
6Supinamente negligentes e soberbos,a multidão nobre e ignóbildorme em sono mortal:a nação dorme, certa da vitória,firma-se segura sobre um precipício,e não teme o abismo escancarado.
7Tremendous God, to whom aloneThy strange destructive works are known,Thy properest works of grace,If prayers and tears may yet prevail,Let mercy turn the hovering scaleFor our devoted race.
7Tremendo Deus, a quem somentesão conhecidas as tuas estranhas obras destruidoras,as tuas mais próprias obras de graça,se orações e lágrimas ainda podem prevalecer,que a misericórdia incline a balança suspensaem favor da nossa raça condenada.
8Urg’d to the last extremity,So save us, Lord, that all may seeThe work is wholly thine,That knowing him, thro’ whom we live,Our lives we may to Jesus give,A sacrifice divine.
8Levados ao último extremo,salva-nos, Senhor, de modo que todos vejamque a obra é toda tua,para que, conhecendo aquele por quem vivemos,possamos dar a Jesus as nossas vidas,um sacrifício divino.
Hino VI
Original1Is this the guilty nation, Lord,(Permit us to inquire)Now to be visited by sword,And purify’d by fire?No longer can thy wrath delayAn harden’d people’s doom,And must we see the evil day,And must the spoiler come!
Tradução1É esta a nação culpada, Senhor,(permite-nos indagar)que há de agora ser visitada pela espada,e purificada pelo fogo?Não pode mais a tua ira retardara condenação de um povo endurecido,e havemos de ver o dia mau,e há de vir o destruidor!
2Thou wilt not hide the thing decreed,From those thou call’st thine own,From Abraham’s faithful praying seed,Who trust in thee alone.Ev’n now thine angry rod we hear,Thy Spirit’s warning cry,And feel the visitation near,And to the mountain fly.
2Não esconderás a coisa decretadadaqueles a quem chamas teus,da fiel semente de Abraão que ora,que só em ti confia.Ainda agora ouvimos a tua vara irada,o brado de advertência do teu Espírito,e sentimos próxima a visitação,e fugimos para o monte.
3Thou hast to us thy secret shewn,Who tremble at thy name,And sigh, and pray, and wrestle onFor our Jerusalem;To deprecate the fatal hour,We on our faces fall:Ah! Let not, Lord, thy wrath devour,Thy curse o’erwhelm us all.
3A nós revelaste o teu segredo,a nós que trememos ao teu nome,e suspiramos, e oramos, e continuamos a lutarpela nossa Jerusalém;para desviar a hora fatal,prostramo-nos de bruços:Ah! Não deixes, Senhor, que a tua ira devore,que a tua maldição a todos nos consuma.
4If now, on such a land as this,Thou must avenged be,Yet snatch us from the dark abyssOf endless misery:Whome’er thy will appoints to die,To them repentance give,And let them with their closing eyeBehold thy cross, and live.
4Se agora, sobre uma terra como esta,tens de vingar-te,arrebata-nos ainda do abismo escuroda miséria sem fim:a quem quer que a tua vontade destine à morte,concede-lhes arrependimento,e que eles, com o olhar que se fecha,contemplem a tua cruz, e vivam.
5If now the alien hosts break in,To spoil our wasted shore,Let mercy interpose between,And circumscribe their power;While arm’d with heaven’s avenging word,The ready murtherers stand,Revoke their charge, nor let the swordGo thro’ our sinful land.
5Se agora os exércitos estrangeiros irromperem,para saquear a nossa costa devastada,que a misericórdia se interponha,e limite o seu poder;enquanto, armados da palavra vingadora do céu,os assassinos estão a postos,revoga a sua ordem, e não deixes a espadapassar pela nossa terra pecadora.
6Thou canst the meditated blowBy ways unseen divert,With terror strike the fiercest foe,And quell the proudest heart:Thou, whom the winds and seas obey,Look; and a frown of thineShall chase the hornets far away,And blast their dire design.
6Tu podes o golpe premeditadopor meios invisíveis desviar,ferir de terror o mais feroz inimigo,e subjugar o coração mais soberbo:tu, a quem os ventos e os mares obedecem (Mt 8.27),olha; e um cenho teuafugentará para longe as vespas (Êx 23.28),e frustrará o seu terrível desígnio.
7This is our confidence of hope,Thou dost their threatnings see,And wilt not give thy people upTo Popish cruelty:Whate’er thy justice doth below,Thou shalt thy church defend,For Christ is in our hearts, we know,And heaven in our end.
7Esta é a nossa confiança de esperança,tu vês as suas ameaças,e não entregarás o teu povoà crueldade papista:seja o que for que a tua justiça faça aqui embaixo,tu defenderás a tua igreja,pois Cristo está nos nossos corações, bem o sabemos,e o céu, no nosso fim.
Hino VII
Original1Join all, whom God in Jesus spares,And mingle praises with your prayers,Sing to the Lord a solemn song,Whose mercy respites us so long.
Tradução1Uni-vos todos, a quem Deus em Jesus poupa,e misturai louvores com as vossas orações,cantai ao Senhor um cântico solene,cuja misericórdia tanto tempo nos concede trégua.
2Mercy alone deferr’d our doom,And would not let the judgment come:Thy mercy we with reverence praise,And wonder at thy patient grace.
2A misericórdia, só ela, adiou a nossa condenação,e não deixou vir o juízo:a tua misericórdia com reverência louvamos,e nos maravilhamos da tua graça paciente.
3Saviour, thy unexhausted loveDid still th’ approaching woe remove,With famine, war, and earthquake near,It rescued us from year to year.
3Salvador, o teu amor inesgotávelsempre afastou a desgraça que se aproximava,com fome, guerra e terremoto por perto,livrou-nos de ano em ano.
4A bush unburnt amidst the flame,Jesus, we magnify thy name,Our strange deliverances admire,And give thee glory in the fire.
4Uma sarça que não se consome no meio da chama (Êx 3.2),Jesus, engrandecemos o teu nome,admiramos os nossos estranhos livramentos,e te damos glória no fogo.
5Preserv’d so oft, we cannot doubt,Thy mighty arm shall bear us out,Our suffering souls like gold refine,And whiten us in blood divine.
5Tantas vezes preservados, não podemos duvidarque o teu braço poderoso nos sustentará,refinará como ouro as nossas almas que sofrem,e nos alvejará no sangue divino (Ap 7.14).
6And if the sword a few destroys,The rest shall tremble, and rejoice,Repent, and know their sins forgiven,And glorify the God of heaven.
6E se a espada destruir alguns,os demais tremerão e se alegrarão,arrepender-se-ão e conhecerão perdoados os seus pecados,e glorificarão o Deus do céu.
Hino VIII
Original1Come, thou Conqueror of the nations,On thy great white horse appear!Earthquakes, dearths, and desolations,Signify thy kingdom near:True and faithful,‘Stablish thy dominion here.
Tradução1Vem, ó Conquistador das nações,aparece no teu grande cavalo branco! (Ap 19.11)Terremotos, carestias e desolaçõesassinalam que o teu reino está perto:Verdadeiro e fiel,estabelece aqui o teu domínio.
2Thine the kingdom, power and glory,Thine the ransom’d nations are:Let the heathen fall before thee,Let the isles thy power declare;Judge, and conquerAll mankind in righteous war.
2Teu é o reino, o poder e a glória,tuas são as nações resgatadas:caiam os pagãos diante de ti,declarem as ilhas o teu poder;julga, e conquistatoda a humanidade em guerra justa.
3Thee let all mankind admire,Object of our joy and dread!Flame thine eyes with heavenly fire,Many crowns adorn thy head—But thine essence,None, except thyself, can read.
3A ti admire toda a humanidade,objeto da nossa alegria e temor!Chamejam os teus olhos com fogo celeste (Ap 19.12),muitas coroas adornam a tua cabeça,mas a tua essência,ninguém, senão tu mesmo, pode decifrar.
4Yet we know our Mediator,By the Father’s grace bestow’d,Meanly cloath’d in human nature,Thee we call the Word of God;Flesh thy vesture,Dipt in thy own sacred blood.
4Contudo conhecemos o nosso Mediador,outorgado pela graça do Pai,humildemente vestido de natureza humana,a ti chamamos o Verbo de Deus (Ap 19.13);a carne, a tua veste,mergulhada no teu próprio sangue sagrado.
5Follow’d by the hosts of heaven,(White their robes, their coursers white)Come, and let the word be given,Let thy sword the nations smite;With thy judgments,With thine iron sceptre fight.
5Seguido pelos exércitos do céu,(brancas as suas vestes, brancos os seus corcéis)vem, e seja dada a palavra,fira a tua espada as nações;com os teus juízos,com o teu cetro de ferro combate (Ap 19.15).
6Captain, God of our salvation,Thou who hast the wine-press trod,Borne th’ Almighty’s indignation,Quench’d the fiercest wrath of God,Take the kingdom,Claim the purchase of thy blood.
6Capitão, Deus da nossa salvação,tu que pisaste o lagar (Ap 19.15),suportaste a indignação do Todo-Poderoso,apagaste a mais feroz ira de Deus,toma o reino,reclama a aquisição do teu sangue.
7On thy thigh and vesture written,Shew the world thy heavenly name,That with loving wonder smitten,All may glorify the Lamb,All adore thee,All the LORD of LORDS proclaim.
7Na tua coxa e na tua veste escrito (Ap 19.16),mostra ao mundo o teu nome celeste,para que, feridos de amoroso assombro,todos glorifiquem o Cordeiro,todos te adorem,todos te proclamem o SENHOR DOS SENHORES.
8Honour, glory, and salvation,To the LORD our God we give,Power and endless adoration,Thou art worthy to receive;Reign triumphant,KING of KINGS for ever live!
8Honra, glória e salvaçãodamos ao SENHOR nosso Deus,poder e adoração sem fim,digno és de receber (Ap 5.12);reina triunfante,REI DOS REIS, vive para sempre!
Tradução realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo Ildo Mello. Textos originais em domínio público. Transcrição de referência: Duke Divinity School (CSWT).