Quando Jesus era um bebezinho, com pouco mais de um mês, Maria e José o levaram ao templo, em Jerusalém, para apresentá-lo a Deus, como a Lei mandava.
Eles levaram para oferecer a Deus o que as famílias pobres ofereciam: um par de rolinhas ou dois pombinhos.
Em Jerusalém morava um homem chamado Simeão. Ele amava a Deus e esperava o dia em que Deus ia consolar o seu povo. E o Espírito Santo tinha mostrado a ele que ele não ia morrer antes de ver o Cristo, o Salvador prometido.
Simeão esperou… e esperou. Os anos foram passando, e ele continuava esperando.
Naquele dia, o Espírito Santo levou Simeão ao templo. E, bem na hora em que Maria e José chegavam com o bebê, Simeão viu Jesus.
Simeão pegou o bebê nos braços e louvou a Deus, dizendo: “Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra; porque os meus olhos já viram a tua salvação”.
Simeão estava dizendo a Deus que agora podia descansar em paz, porque tinha visto o Salvador com os próprios olhos. E disse que aquele bebê seria luz para todos os povos.
Maria e José ficaram admirados com o que se dizia do menino.
No templo havia também uma mulher bem idosa chamada Ana, uma profetisa. Ela tinha oitenta e quatro anos e passava noite e dia no templo, adorando a Deus e orando. Quando viu o bebê, deu graças a Deus e começou a falar de Jesus a todos os que esperavam a salvação.
Há muitos séculos, os cristãos repetem a oração de Simeão ao fim do dia. É a oração de quem está em paz porque conhece Jesus. Nós também podemos nos deitar em paz, porque o Salvador já veio.
