As Homilias de Macário · Relato e Homilias I e II
Quem foi Macário e como pregava; a visão de Ezequiel explicada como figura da alma em que Cristo habita; só Deus livra a alma da escravidão do maligno.
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1. Macário nasceu na província da Tebaida, por volta do ano 301 de nosso Senhor, quando Diocleciano e Maximiano detinham o império.
2. Quem quer que tenha sido o primeiro a impregnar este santo vaso de misericórdia com o perfume celestial da graça divina, estas mesmas homilias deixam claro que ele foi educado, como Timóteo, nas Sagradas Escrituras, e que o seu conhecimento desses Escritos Sagrados não era meramente literal ou especulativo, mas um conhecimento verdadeiro e prático, capaz de salvar a sua alma. Pois tudo quanto ele falou ou escreveu vinha de si mesmo e era (como se diz dos escritos do falecido Dr. Henry More) pura e genuína emanação da sua própria mente, uma descrição do seu próprio coração e da sua alma.
3. Aos trinta anos, o progresso que havia feito era tão notável, muito acima da sua idade, que por puro respeito o chamavam o jovem ancião. Aos quarenta anos de idade foi honrado do alto com os dons de cura e, pela igreja na terra, com o grau de presbítero.
4. Nem os favores do céu nem as honras da igreja lhe foram concedidos em vão: o fruto do seu ministério como presbítero logo se mostrou. Pois por esse tempo, a saber, no ano 341, no reinado do imperador Valente, levantou-se uma tempestade de perseguição movida por Lúcio, o ariano, tão violenta que chegou a exceder as perseguições dos pagãos. Começou com os mais infames atentados contra virgens e contra pessoas conhecidas e respeitadas na igreja pela sua castidade. Passou ao banimento de cidadãos, às torturas, às matanças e às fogueiras, e por esses meios foram mortos incontáveis cristãos. E, para deixar de lado outros pormenores, por ordem dele o nosso santo egípcio, junto com outros dos santos pais, foi banido e levado para certa ilha, onde em pouco tempo converteram todos os habitantes da superstição pagã à fé e ao culto do verdadeiro Deus.
5. Depois disso (como, aliás, já antes), a sua morada habitual foi Scete. Ali presidiu, como outro Samuel, os colégios e escolas dos profetas, supervisionando não só os monges comuns ou de grau inferior, mas os próprios chefes ou dirigentes entre eles. Estabeleceu-se ali pela primeira vez aos trinta anos, e ali passou, com algumas interrupções, sessenta anos, durante os quais se familiarizou a fundo com todos os exercícios da solidão religiosa.
6. Tendo assim servido fielmente ao seu Senhor por noventa anos, foi recebido na recompensa dos seus trabalhos. Morreu em 15 de janeiro do ano 391. Assim viveu e assim morreu o grande Macário do Egito, se é que se pode dizer com propriedade que morreu, ele cuja própria vida na carne foi uma constante morte para este presente século mau. Por isso a sua libertação do corpo corruptível, que pesa sobre a alma, só pode ter sido um ganho para aquela vida angélica que ele tão cedo começara a experimentar neste tabernáculo terreno. Mas, apesar dessa sua morte, o seu nome viverá, e Deus será glorificado por causa dele, tanto no céu como na terra.
7. Distingue-se visivelmente no nosso autor uma veia de piedade rica, sublime e nobre, mas perfeitamente séria, sóbria e sem afetação; natural e viva, mas ao mesmo tempo serena e profunda. Tudo aquilo em que ele insiste é essencial, é duradouro, é necessário. O que ele continuamente se esforça por cultivar em si mesmo e nos outros é a verdadeira vida de Deus no coração e na alma, aquele Reino de Deus que consiste em justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17). Está sempre avivando e despertando os seus ouvintes, procurando acender neles um zelo constante, um desejo ardente e uma ambição inflamada de recuperar aquela imagem divina em que fomos criados; de ser conformados a Cristo, nossa Cabeça; de sentir a cada dia, mais e mais, a nossa união viva com ele como Cabeça; e de manifestá-la, conforme a ocasião pede, em todos os frutos genuínos de uma vida e conduta santas, numa fé tão vitoriosa que vence o mundo e que, operando pelo amor, está sempre cumprindo toda a lei de Deus. Na verdade, ele parece nunca estar à vontade senão na altura, ou na largura, ou no comprimento do amor divino, ou, pelo menos, nas profundezas da humildade.
Explicação alegórica da visão descrita no profeta Ezequiel.
1. O bem-aventurado profeta Ezequiel, tendo visto uma visão de Deus cheia de glória, fez o relato dela e a pôs por escrito: uma visão cheia de mistérios que ultrapassam toda palavra. Pois ele viu numa planície o carro dos querubins, quatro seres viventes espirituais, cada um dos quais tinha quatro rostos distintos: um, o rosto de leão; outro, o de águia; o terceiro, o de boi; e o último, o rosto de homem. A cada rosto correspondiam asas, de modo que nenhum deles tinha costas, nem coisa alguma atrás. O pescoço deles era cheio de olhos, e o ventre igualmente coberto de olhos; nem havia parte alguma neles que estivesse livre de olhos. Havia também rodas para cada rosto, uma roda dentro de outra roda. E o Espírito estava nas rodas. E ele viu como que a semelhança de um homem, e debaixo dos seus pés como que uma obra de safira. E o carro levava os querubins, e os seres viventes levavam o Senhor que estava sentado sobre eles. Para onde quer que quisessem ir, iam sempre em frente. E ele viu debaixo de cada querubim como que a mão de um homem, que os sustentava e carregava.
2. Aquilo que o profeta viu era verdadeiro e certo. Mas o que significava, ou prefigurava de antemão, era coisa misteriosa e divina, aquele mesmo mistério que esteve escondido durante séculos e gerações, mas foi manifestado na vinda de Cristo (Cl 1.26). Pois o mistério que ele viu era o da alma humana, tal como há de receber o seu Senhor e tornar-se ela mesma o próprio trono da glória dele. Porque a alma que é julgada digna de participar do espírito da luz dele, e é iluminada pela beleza da sua glória inefável (tendo ele, por esse espírito, a preparado para seu assento e morada), torna-se toda luz, toda rosto e toda olho. Nem há nela parte alguma que não esteja cheia desses olhos espirituais de luz; isto é, não há nela parte alguma em trevas, mas ela é inteiramente transformada em luz e espírito, e está toda cheia de olhos, sem costas nem coisa alguma atrás, mas parece ser toda rosto, por causa da inexprimível beleza da glória da luz de Cristo, que nela cavalga e sobre ela está assentado.
3. E assim como o sol é todo semelhante a si mesmo, sem costas nem defeito, mas inteiramente ornado de luz, sem a menor diferença entre as suas partes; ou como a luz é toda exatamente semelhante a si mesma e não admite distinção entre primeiro e último: assim também a alma que é plenamente iluminada pela inexprimível beleza da glória da luz do rosto de Cristo, e participa do Espírito Santo em perfeição, e é julgada digna de se tornar a morada e o trono de Deus, torna-se toda olho, toda luz, toda rosto, toda glória e toda espírito. É o próprio Cristo, que a governa e conduz, que a carrega e sustenta, quem assim a prepara e assim a adorna e enfeita de beleza espiritual. Pois “a mão de um homem (diz o texto) estava debaixo do querubim” (cf. Ez 10.8), porque é ele quem cavalga nela e dirige o seu caminho.
4. Mas aplica-se também, de outra maneira, à igreja dos santos no céu. Diz-se que os seres viventes eram altíssimos, cheios de olhos, e que era impossível a qualquer um compreender o número dos olhos ou a altura; e, assim como contemplar e admirar as estrelas do céu foi concedido a todos os homens, mas conhecer ou compreender o número delas não foi concedido, assim posso afirmar também da igreja dos santos no céu: entrar nela e gozá-la é concedido a todos os que se dispõem a lutar por isso; mas conhecer e compreender o número exato dos que ali estão está reservado somente a Deus.
5. O Cavaleiro, portanto, é levado neste carro e trono de seres viventes que são todos olho, ou, em outras palavras, por cada alma em particular que uma vez se tornou o seu trono ou assento e é perfeitamente olho e luz; ele mesmo se assentou sobre ela e a governa com as rédeas do Espírito, e a dirige no caminho, como lhe parece melhor. Pois, assim como os seres viventes espirituais não iam para onde eles mesmos queriam, mas segundo o arbítrio e a vontade daquele que estava sentado sobre eles e dirigia o caminho, assim também a mesma Pessoa segura as rédeas, conduz e guia a alma pelo seu Espírito. É assim que elas seguem o seu curso até no céu, não quando querem, nem conforme as suas próprias inclinações. E, quando este corpo é deixado, ele continua a segurar as rédeas e ordena com sabedoria cada movimento da alma. E ainda, sempre que lhe apraz, ele vem ao corpo e aos pensamentos do coração; e, quando lhe apraz, aos confins da terra, e revela a ela mistérios sem véu. Ó nobre, bom e único verdadeiro Cocheiro! Assim também o nosso próprio corpo será honrado na ressurreição, sendo a alma assim glorificada e unindo-se ao Espírito já nesta vida presente. Mas a alma que ainda vive nas trevas do pecado não pertence ao corpo da luz; antes, é de fato o corpo das trevas e ainda toma partido da facção das trevas. Somente os que têm a vida da luz, isto é, o poder do Espírito Santo, pertencem à luz. A alma em si mesma é uma criatura inteligente, bela, grande e admirável, uma nobre semelhança e imagem de Deus. E foi por meio da transgressão que os afetos das trevas encontraram entrada nela.
6. Resta, portanto, que a alma fica unida, em cada movimento da vontade, àquilo com que se mistura. Se, pois, tem dentro de si a luz de Deus e nela vive, pertence à luz do descanso; mas, se tem as trevas do pecado, herda a condenação. Mas a alma que deseja viver com Deus, no descanso e na luz eterna, deve vir a Cristo, o verdadeiro sumo sacerdote, para ser imolada e morrer para o mundo e para a sua antiga vida de trevas, e ser transportada para outra vida, inteiramente divina.
7. Assim como uma pessoa que morreu numa cidade já não ouve a voz dos que a habitam, nem som algum, mas é levada para algum outro lugar, aonde não chegam as vozes e os clamores daquela cidade, assim também a alma, uma vez imolada e morta naquela cidade dos afetos corrompidos onde agora vive e convive, já não ouve dentro de si o clamor e o alvoroço dos espíritos das trevas, mas é transportada para a cidade da bondade e da paz, para a cidade da luz da Divindade. Ali ela vive e ouve, ali está inteiramente ocupada, e conversa, e raciocina, e ali faz as obras que são espirituais e dignas de Deus.
8. Oremos, pois, para que sejamos imolados pelo poder dele e morramos para o mundo da maldade das trevas, e recebamos a vida do Espírito celestial, e sejamos transportados do mau estado das trevas para a luz de Cristo, e sejamos revigorados na vida por todos os séculos.
9. O pecado retém, detém e impede a alma, para que não se aproxime de Deus e não alcance a vitória. Mas, onde o próprio Senhor toma nas suas mãos as rédeas da alma, essa pessoa nunca deixa de vencer, porque ele governa e dirige com habilidade o carro da alma, em todo tempo, para um sentir celestial e divino. Pois ele não trava guerra contra o pecado; antes, tendo em si mesmo o poder supremo, ele mesmo opera a vitória.
10. Os querubins, então, são conduzidos não para onde eles mesmos se inclinam a ir, mas pelo caminho que lhes indica aquele que segura as rédeas. Para onde ele quer, para lá eles vão, e ele os leva. “Pois havia (diz o texto) debaixo deles a mão de um homem” (cf. Ez 10.8). As almas santas são conduzidas e dirigidas no seu caminho pelo Espírito de Cristo, que as guia aonde lhe apraz: às vezes à contemplação celestial, às vezes às coisas temporais; onde está o beneplácito dele, ali elas o servem.
11. Você, pois, que ouve estas coisas, examine bem a si mesmo, para ver se as possui na sua própria alma. E, se não as possui, deve ter contínua tristeza e dor de coração, e angústia, como quem até agora está separado do Reino pela morte. E, como alguém que está ferido, clame ao Senhor sem cessar e peça com fé que ele faça você também digno desta verdadeira vida.
12. Pois, assim como o corpo não é suprido pela sua própria natureza de comida, bebida e vestimenta, mas recebe de fora todo o sustento da vida, sendo por si mesmo inteiramente nu, assim também a alma não pode alcançar a vida eterna pela sua própria natureza, mas pela natureza divina: é pelo Espírito dele, pela luz dele, que ela é mantida com comida e bebida espirituais e com a veste celestial, que são a vida da alma. Pois a natureza divina contém em si o próprio pão da vida, e a água viva, e o vinho, que alegra o coração (Sl 104.15), e o óleo de alegria (Sl 45.7), e toda a variedade do alimento do Espírito celestial, e as vestes celestiais de luz, que vêm de Deus. Nessas coisas consiste a vida eterna da alma. Ai do corpo quando tiver de se apoiar apenas no fundo da sua própria natureza, porque se corrompe e morre! E ai da alma, se presumir da força da sua natureza e não confiar em nada além das suas próprias obras, sem ter a comunhão do Espírito divino, porque morre inevitavelmente, não sendo julgada digna da vida eterna da Divindade.
13. Se, pois, você se tornou o trono de Deus, e o Cocheiro celestial se assentou sobre você, e a sua alma se tornou toda ela um olho espiritual; se você é nutrido com aquele alimento do Espírito, e recebeu de beber da água viva, e está vestido com as vestes de luz: eis que então você vive de fato, e vive a vida verdadeiramente eterna, estando a sua alma em descanso com o Senhor. Eis que você está de posse real dessas coisas e as recebeu do Senhor em verdade, para viver a verdadeira vida. Mas, se você não tem consciência de nada disso, lamente, entristeça-se e chore, porque ainda não tem parte alguma nas riquezas espirituais e eternas, nem recebeu a verdadeira vida.
14. Sinta, pois, essa dor e suplique ao Senhor noite e dia, porque você está afundado na calamitosa pobreza do pecado. Quem dera houvesse quem sentisse vivamente essa dor, por causa dessa carência! E que não continuássemos a viver despreocupados, como se estivéssemos fartos! Porque quem se aflige seriamente, e busca e ora ao Senhor sem cessar, logo alcançará a redenção e as riquezas celestiais, como disse o Senhor na parábola a respeito do juiz injusto e da viúva: “Quanto mais Deus fará justiça aos que clamam a ele noite e dia? Eu lhes digo, em verdade, que depressa lhes fará justiça” (cf. Lc 18.7-8). A ele sejam a glória e o poder pelos séculos! Amém.
Somente Deus pode nos livrar da escravidão do governante perverso.
1. Supliquemos a Deus que nos despoje do velho homem, porque só ele pode tirar de nós o pecado, visto que são mais fortes do que nós aqueles que nos levaram cativos e nos mantêm prisioneiros no seu próprio reino. Mas ele prometeu resgatar-nos desta dura escravidão. Quando o sol brilha e o vento sopra, o sol tem certamente uma natureza própria e distinta, e o vento, igualmente, outra natureza; e, no entanto, ninguém consegue separar de fato o vento do sol, a não ser que só Deus faça cessar o vento, para que não sopre mais. Do mesmo modo o pecado está misturado com a alma, embora cada um conserve a sua própria natureza. É impossível, portanto, separar a alma do pecado, a não ser que Deus faça bonança e ponha fim a este vento mau, que habita na alma e no corpo.
2. E, ainda, assim como um homem que vê um pássaro voando pode desejar também ele voar, mas, não tendo asas, é impossível que voe, assim também um homem pode querer ser puro, irrepreensível e sem mancha, e estar sempre com Deus, mas não tem com que alcançá-lo. Ele quer voar para o ar divino e para a liberdade do Espírito Santo; mas, se não receber asas para esse fim, jamais o conseguirá.
3. Supliquemos, pois, a Deus que nos dê “as asas da pomba”, o seu Espírito Santo, para que “voemos para ele e achemos descanso” (cf. Sl 55.6); e que separe de nós o vento mau e o faça cessar, tanto na alma como no corpo, pois só ele pode realizar isso. Somente ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Só ele mostrou essa misericórdia aos que nele creem, de modo que são redimidos do pecado. E para os que o aguardam, e nele esperam, e o buscam, ele operará esta salvação indizível.
4. Assim como numa noite escura e nublada sopra um vento impetuoso, que revolve e sacode toda planta e toda semente, assim também o homem, quando caiu sob o poder do diabo e está no meio da noite e das trevas, é agitado, abalado e jogado de um lado para outro pelo terrível vento do pecado que sopra. Esse vento revolve, além disso, toda a sua natureza, a sua alma, os seus pensamentos e a sua mente. E todos os membros do seu corpo participam da agitação, e nada fica livre dela; nem há a menor parte, seja da alma, seja do corpo, que não sofra por causa do pecado que habita em nós. Há também o dia da luz e o vento divino do Espírito Santo, que sopra sobre as almas e refresca os que estão na luz, e penetra toda a substância da alma e os seus pensamentos, e ao mesmo tempo areja suavemente e refresca todos os membros do corpo com um descanso divino e inexprimível.
5. O Senhor também os revestiu com a vestimenta do Reino da luz, que ultrapassa toda descrição: as vestes da fé, da esperança, do amor, da alegria, da paz, da bondade, da benignidade, e todas as demais vestes de luz e de vida, as vestes divinas e vivas daquele descanso que é indizível; para que, assim como o próprio Deus é amor, alegria, paz, benignidade e bondade, assim também o novo homem o seja pela graça.
6. E, assim como o reino das trevas e do pecado está escondido na alma até o dia da ressurreição, quando também o próprio corpo dos pecadores será coberto com as trevas que agora jazem escondidas na alma, assim também o Reino da luz agora ilumina e reina na alma dos santos, mas está escondido dos olhos dos homens até o dia da ressurreição, quando o próprio corpo será coberto e glorificado pela luz do Senhor, para que o corpo reine juntamente com a alma, que já agora é realmente revigorada e iluminada com a luz eterna. Glória às suas misericórdias e à sua terna compaixão, porque ele tem piedade dos seus servos, e os ilumina, e os livra do reino das trevas, e lhes concede a sua própria luz e o seu próprio Reino! A ele sejam a glória e o poder pelos séculos! Amém.
Tradução para o português a partir do extrato publicado por John Wesley no primeiro volume da sua Christian Library (Bristol, 1749; textos conferidos nas edições de 1755 e 1819); domínio público. É, portanto, tradução de tradução. As citações bíblicas seguem a Nova Almeida Atualizada (NAA) quando o autor cita o texto bíblico tal como o conhecemos; quando cita de outro modo, segue-se a redação dele. Tradução realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo José Ildo Swartele de Mello.