Igreja Metodista Livre · Disciplina de 1860 · Capítulo IX
[N. do T.: estes ritos derivam das ordenações de presbíteros e diáconos do Sunday Service de Wesley (1788), já traduzidas neste site, cuja redação seguimos onde o texto é o mesmo. A Disciplina de 1860 não traz a ordenação de superintendentes. Quem preside é “o presidente”, e não “o superintendente”. Também foram omitidos a Ladainha, o momento de oração em silêncio, o hino Veni Creator Spiritus e, na ordenação de presbíteros, a pergunta sobre obediência aos “ministros principais” e a oração “O Deus todo-poderoso, que lhes deu esta vontade”; na de diáconos, a pergunta “Você crê que foi verdadeiramente chamado […] ao ministério da Igreja?”, que se funde com a primeira. Na imposição das mãos, a fórmula “Receba o Espírito Santo para o ofício e a obra de presbítero” passa a ser “O Senhor derrame sobre você o Espírito Santo para o ofício e a obra de presbítero”. E a coleta final “Vai adiante de nós, ó Senhor” (“Prevent us”) passa a começar com “Assiste-nos, ó Senhor” (“Assist us”).]
[Quando chegar o dia marcado para a ordenação, haverá um sermão ou exortação que declare o dever e o ofício dos que vêm para ser admitidos como presbíteros, quão necessária é essa ordem na Igreja de Cristo e também como o povo deve estimá-los no seu ofício.]
Depois disso, um dos presbíteros apresentará ao presidente todos os que serão ordenados e dirá:
Apresento ao senhor estas pessoas aqui presentes, para serem ordenadas presbíteros.
Então, lidos em voz alta os seus nomes, o presidente dirá ao povo:
Irmãos, estes são aqueles que, se Deus quiser, pretendemos ordenar hoje presbíteros. Pois, depois do devido exame, não achamos nada em contrário, mas sim que foram legitimamente chamados a esta função e ministério e que são pessoas aptas para ela. Mas, se algum de vocês souber de algum impedimento ou crime em qualquer deles, pelo qual não deva ser recebido neste santo ministério, apresente-se em nome de Deus e declare qual é o crime ou o impedimento.
[Se for apontado algum crime ou impedimento, o presidente suspenderá a ordenação dessa pessoa até que a parte acusada seja considerada inocente do crime.]
Então se dirão a coleta, a epístola e o evangelho, como segue:
A coleta.
Deus todo-poderoso, doador de todas as coisas boas, que pelo teu Santo Espírito estabeleceste diversas ordens de ministros na tua Igreja: olha com misericórdia para estes teus servos, agora chamados ao ofício de presbíteros; enche-os de tal modo da verdade da tua doutrina e adorna-os de tal modo com a inocência de vida que, tanto pela palavra como pelo bom exemplo, te sirvam fielmente neste ofício, para a glória do teu nome e a edificação da tua Igreja; pelas misericórdias do nosso Salvador Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, pelos séculos sem fim. Amém.
A Epístola. Ef 4.7-13.
“E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. Por isso diz: ‘Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.’ Ora, o que quer dizer ‘ele subiu’, senão que também havia descido até as regiões inferiores da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas. E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de pessoa madura, à medida da estatura da plenitude de Cristo.” (Ef 4.7-13)
Depois disso se lerá como Evangelho parte do capítulo décimo de São João.
São João 10.1-16.
“Em verdade, em verdade lhes digo: quem não entra no curral das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama as suas próprias ovelhas pelo nome e as conduz para fora. Depois de levar para fora todas as que lhe pertencem, vai na frente delas, e elas o seguem, porque reconhecem a voz dele. Mas de modo nenhum seguirão o estranho; pelo contrário, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos. Jesus fez esta comparação, mas eles não compreenderam o sentido daquilo que ele falava. Então Jesus disse mais uma vez: ‘Em verdade, em verdade lhes digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e salteadores, mas as ovelhas não lhes deram ouvidos. Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, sairá e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê o lobo chegando, abandona as ovelhas e foge; então o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco. Preciso trazer também estas. Elas ouvirão a minha voz e, então, haverá um só rebanho e um só pastor.'” (Jo 10.1-16)
Feito isso, o presidente lhes dirá o que segue:
Vocês ouviram, irmãos, tanto no seu exame particular como na exortação que agora lhes foi feita e nas santas lições tiradas do Evangelho e dos escritos dos apóstolos, de quanta dignidade e de quão grande importância é este ofício para o qual são chamados. E agora novamente os exortamos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, a que tenham em mente a quão alta dignidade e a quão pesado ofício são chamados: isto é, a ser mensageiros, vigias e despenseiros do Senhor; a ensinar e advertir, a alimentar e prover a família do Senhor; a buscar as ovelhas de Cristo que estão dispersas por aí, e os seus filhos que estão no meio deste mundo perverso, para que sejam salvos por Cristo para sempre.
Tenham, pois, sempre gravado na memória quão grande tesouro é confiado aos seus cuidados. Pois são as ovelhas de Cristo, que ele comprou com a sua morte e pelas quais derramou o seu sangue. A Igreja e a congregação que vocês devem servir é a sua esposa e o seu corpo. E, se acontecer de essa Igreja, ou algum membro dela, sofrer algum dano ou prejuízo por causa da sua negligência, vocês sabem a gravidade da culpa e também o horrível castigo que se seguirá. Por isso considerem consigo mesmos o fim do ministério para com os filhos de Deus, para com a esposa e o corpo de Cristo; e vejam que nunca cessem o seu trabalho, o seu cuidado e a sua diligência, até que tenham feito tudo o que estiver ao seu alcance, segundo o seu dever indeclinável, para levar todos os que estão ou estarão confiados aos seus cuidados àquela concordância na fé e no conhecimento de Deus, e àquela maturidade e perfeição de idade em Cristo, que não reste entre vocês lugar nem para o erro na religião, nem para o vício na vida.
Visto, então, que o seu ofício é de tão grande excelência e de tão grande dificuldade, vocês veem com quanto cuidado e estudo devem dedicar-se a ele, tanto para se mostrarem obedientes e agradecidos àquele Senhor que os colocou em tão alta dignidade como para evitar que vocês mesmos ofendam ou sejam ocasião de que outros ofendam. Contudo, vocês não podem ter por si mesmos o desejo e a vontade de fazê-lo, pois essa vontade e essa capacidade são dadas somente por Deus; por isso devem, e precisam, orar com fervor pelo seu Santo Espírito. E, visto que por nenhum outro meio podem realizar uma obra tão importante, que diz respeito à salvação do homem, a não ser com a doutrina e a exortação tiradas das Sagradas Escrituras e com uma vida conforme a elas, considerem quão estudiosos devem ser na leitura e no aprendizado das Escrituras e em formar os costumes, tanto os seus como os daqueles que lhes pertencem de modo especial, segundo a regra dessas mesmas Escrituras; e, por essa mesma razão, quanto devem abandonar e pôr de lado (tanto quanto puderem) todas as preocupações e os estudos mundanos.
Temos boa esperança de que todos vocês tenham pesado e ponderado estas coisas consigo mesmos muito antes deste momento, e de que tenham decidido com clareza, pela graça de Deus, entregar-se inteiramente a este ofício para o qual aprouve a Deus chamá-los; de modo que, tanto quanto estiver ao seu alcance, se dediquem inteiramente a esta única coisa e dirijam para ela todos os seus cuidados e estudos; e que orem continuamente a Deus Pai, pela mediação do nosso único Salvador Jesus Cristo, pelo auxílio celestial do Espírito Santo, para que, pela leitura e meditação diárias das Escrituras, se tornem mais maduros e mais fortes no seu ministério; e para que se esforcem de tempos em tempos para santificar a sua vida e a dos seus, e moldá-las segundo a regra e a doutrina de Cristo, a fim de serem exemplos e modelos saudáveis e piedosos para o povo seguir.
E agora, para que esta congregação de Cristo aqui reunida também conheça a sua mente e a sua vontade nestas coisas, e para que esta sua promessa os mova ainda mais a cumprir o seu dever, vocês responderão com clareza a estas perguntas que nós, em nome de Deus e da sua Igreja, lhes faremos a esse respeito.
Você crê no seu coração que foi verdadeiramente chamado, segundo a vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, à ordem dos presbíteros?
Resposta. Assim creio.
O presidente. Você está convencido de que as Sagradas Escrituras contêm suficientemente toda a doutrina exigida por necessidade para a salvação eterna, pela fé em Jesus Cristo? E está decidido a instruir com base nessas Escrituras o povo confiado aos seus cuidados, e a nada ensinar como exigido por necessidade para a salvação eterna senão aquilo que estiver convencido de que pode ser concluído e provado pela Escritura?
Resposta. Assim estou convencido e assim decidi, pela graça de Deus.
O presidente. Você empregará então a sua fiel diligência em ministrar sempre a doutrina, os sacramentos e a disciplina de Cristo, como o Senhor ordenou?
Resposta. Assim farei, com a ajuda do Senhor.
O presidente. Você estará pronto, com toda a fiel diligência, a afastar e expulsar todas as doutrinas errôneas e estranhas, contrárias à Palavra de Deus, e a usar admoestações e exortações, públicas e particulares, tanto aos doentes como a todos os que estão sob os seus cuidados, conforme a necessidade exigir e houver ocasião?
Resposta. Estarei, com o Senhor por meu auxílio.
O presidente. Você será diligente nas orações, na leitura das Sagradas Escrituras e nos estudos que ajudam a conhecê-las, deixando de lado o estudo do mundo e da carne?
Resposta. Procurarei fazê-lo, com o Senhor por meu auxílio.
O presidente. Você será diligente em ordenar e moldar a sua própria vida, e a da sua família, segundo a doutrina de Cristo, e em fazer de si e dos seus, tanto quanto estiver ao seu alcance, exemplos e modelos saudáveis para o rebanho de Cristo?
Resposta. Dedicar-me-ei a isso, com o Senhor por meu auxílio.
O presidente. Você manterá e promoverá, tanto quanto estiver ao seu alcance, a tranquilidade, a paz e o amor entre todos os cristãos, e especialmente entre os que estão ou estarão confiados aos seus cuidados?
Resposta. Assim farei, com o Senhor por meu auxílio.
Feito isso, o presidente orará desta maneira, dizendo:
Oremos.
Deus todo-poderoso e Pai celestial, que pelo teu infinito amor e bondade para conosco nos deste o teu único e amadíssimo Filho Jesus Cristo para ser o nosso Redentor e o autor da vida eterna; o qual, depois de ter consumado a nossa redenção pela sua morte e ter subido ao céu, enviou pelo mundo os seus apóstolos, profetas, evangelistas, doutores e pastores, por cujo trabalho e ministério reuniu um grande rebanho em todas as partes do mundo, para anunciar o louvor eterno do teu santo nome: por estes tão grandes benefícios da tua eterna bondade, e porque te dignaste chamar estes teus servos aqui presentes ao mesmo ofício e ministério, estabelecido para a salvação da humanidade, nós te damos os mais sinceros agradecimentos, nós te louvamos e adoramos; e humildemente te rogamos, pelo mesmo teu bendito Filho, que concedas a todos os que, aqui ou em qualquer outro lugar, invocam o teu nome, que continuemos a mostrar-nos agradecidos a ti por estes e por todos os teus outros benefícios, e que cresçamos e avancemos a cada dia no conhecimento e na fé de ti e do teu Filho, pelo Espírito Santo. De modo que, tanto por estes teus ministros como por aqueles sobre os quais forem designados teus ministros, o teu santo nome seja glorificado para sempre e o teu bendito reino seja ampliado; pelo mesmo teu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo na unidade do mesmo Espírito Santo, pelos séculos sem fim. Amém.
Terminada esta oração, o presidente, com os presbíteros presentes, imporá as mãos, uma a uma, sobre a cabeça de cada um que recebe a ordem de presbítero, estando os que a recebem humildemente de joelhos, e o presidente dirá:
O Senhor derrame sobre você o Espírito Santo para o ofício e a obra de presbítero na Igreja de Deus, agora confiados a você pela imposição das nossas mãos. E seja um fiel dispensador da Palavra de Deus e dos seus santos sacramentos; em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
Então o presidente entregará a cada um deles, de joelhos, a Bíblia nas mãos, dizendo:
Receba autoridade para pregar a Palavra de Deus e para administrar os santos sacramentos na congregação.
Então o presidente dirá:
Pai misericordiosíssimo, nós te rogamos que envies sobre estes teus servos as tuas bênçãos celestiais, para que sejam revestidos de justiça e a tua Palavra, falada pela boca deles, tenha tal êxito que nunca seja falada em vão. Concede também que tenhamos graça para ouvir e receber o que eles nos transmitirem da tua santíssima Palavra, ou de acordo com ela, como meio da nossa salvação; e que em todas as nossas palavras e ações busquemos a tua glória e o crescimento do teu reino; por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Assiste-nos, ó Senhor, em todas as nossas ações, com o teu gracioso favor, e ajuda-nos com o teu contínuo auxílio, para que, em todas as nossas obras, começadas, continuadas e terminadas em ti, glorifiquemos o teu santo nome e, finalmente, pela tua misericórdia, alcancemos a vida eterna; por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Que a paz de Deus, que excede todo entendimento, guarde o coração e a mente de vocês no conhecimento e no amor de Deus e de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor; e que a bênção do Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, esteja entre vocês e permaneça com vocês para sempre. Amém.
[Quando chegar o dia marcado para a ordenação, haverá um sermão ou exortação que declare o dever e o ofício dos que vêm para ser admitidos como diáconos.]
Depois disso, um dos presbíteros apresentará ao presidente as pessoas que serão ordenadas diáconos; e, lidos em voz alta os seus nomes, o presidente dirá ao povo:
Irmãos, se algum de vocês souber de algum impedimento ou crime em qualquer destas pessoas apresentadas para serem ordenadas diáconos, pelo qual ela não deva ser admitida a esse ofício, apresente-se em nome de Deus e declare qual é o crime ou o impedimento.
[Se for apontado algum crime ou impedimento, o presidente suspenderá a ordenação dessa pessoa até que a parte acusada seja considerada inocente desse crime.]
Então se lerão a coleta e a epístola seguintes:
A coleta.
Deus todo-poderoso, que pela tua divina providência estabeleceste diversas ordens de ministros na tua Igreja e inspiraste os teus apóstolos a escolher para a ordem dos diáconos o teu primeiro mártir, Santo Estêvão, com outros: olha com misericórdia para estes teus servos, agora chamados ao mesmo ofício e serviço; enche-os de tal modo da verdade da tua doutrina e adorna-os de tal modo com a inocência de vida que, tanto pela palavra como pelo bom exemplo, te sirvam fielmente neste ofício, para a glória do teu nome e a edificação da tua Igreja; pelos méritos do nosso Salvador Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, agora e para sempre. Amém.
A Epístola. 1Tm 3.8-13.
“Do mesmo modo, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra, não inclinados a muito vinho, não gananciosos, conservando o mistério da fé com a consciência limpa. Também estes devem ser primeiramente experimentados; e, caso se mostrem irrepreensíveis, que exerçam o diaconato. Do mesmo modo, quanto a mulheres, é necessário que elas sejam respeitáveis, não maldizentes, moderadas e fiéis em tudo. O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem os seus filhos e a própria casa. Pois os que desempenharem bem o diaconato alcançarão para si mesmos uma posição de honra e muita ousadia na fé em Cristo Jesus.” (1Tm 3.8-13)
[N. do T.: onde a NAA diz “mulheres”, o inglês da Disciplina (versão do rei Tiago) diz “their wives”, “as esposas deles”.]
Então o presidente examinará cada um dos que serão ordenados, na presença do povo, da maneira seguinte:
Você confia que é movido interiormente pelo Espírito Santo a assumir o ofício do ministério na Igreja de Cristo, para servir a Deus, promover a sua glória e edificar o seu povo?
Resposta. Assim confio.
O presidente. Você crê sinceramente em todas as Escrituras canônicas do Antigo e do Novo Testamento?
Resposta. Creio nelas.
O presidente. Você as lerá ou explicará com diligência ao povo que for designado para servir?
Resposta. Farei isso.
O presidente. Cabe ao ofício do diácono ajudar o presbítero no culto divino, e especialmente, quando ele ministra a Santa Comunhão, auxiliá-lo na distribuição; ler e explicar as Sagradas Escrituras; instruir os jovens; e, na ausência do presbítero, batizar. Além disso, é ofício dele procurar os doentes, os pobres e os incapacitados, para que sejam visitados e socorridos. Você fará isso com alegria e de boa vontade?
Resposta. Farei, com a ajuda de Deus.
O presidente. Você empregará toda a sua diligência para ordenar e moldar a sua própria vida (e a vida da sua família) segundo a doutrina de Cristo, e para fazer (tanto) de si (como dos seus), tanto quanto estiver ao seu alcance, exemplos saudáveis para o rebanho de Cristo?
Resposta. Farei, com o Senhor por meu auxílio.
O presidente. Você obedecerá com reverência àqueles a quem está confiado o cuidado e o governo sobre você, seguindo de bom ânimo e boa vontade as suas piedosas admoestações?
Resposta. Procurarei fazê-lo, com o Senhor por meu auxílio.
Então o presidente, impondo as mãos sobre a cabeça de cada um deles, dirá:
Receba autoridade para exercer o ofício de diácono na Igreja de Deus, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
Então o presidente entregará a cada um deles a Bíblia Sagrada, dizendo:
Receba autoridade para ler as Sagradas Escrituras na Igreja de Deus e para pregá-las.
Então um deles, designado pelo presidente, lerá o Evangelho.
Lucas 12.35-38.
“Estejam preparados, com o corpo cingido e as lamparinas acesas. Façam como os homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que logo abram a porta, quando vier e bater. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, encontrar vigilantes. Em verdade lhes digo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá. Quer ele venha à meia-noite ou de madrugada, bem-aventurados serão eles, se os encontrar vigilantes.” (Lc 12.35-38)
[Então o presidente prosseguirá na comunhão, e todos os que foram ordenados receberão a Santa Comunhão.]
Terminada a comunhão, imediatamente antes da bênção, dir-se-ão as seguintes coletas:
Deus todo-poderoso, doador de todas as coisas boas, que pela tua grande bondade te dignaste aceitar e tomar estes teus servos para o ofício de diáconos na tua Igreja: faze-os, nós te rogamos, ó Senhor, modestos, humildes e constantes no seu serviço, e dispostos a observar toda a disciplina espiritual; para que, tendo sempre o testemunho de uma boa consciência e permanecendo sempre estáveis e firmes no teu Filho Cristo Jesus, se conduzam tão bem neste ofício inferior que sejam achados dignos de ser chamados aos ministérios mais altos da tua Igreja; pelo mesmo teu Filho, nosso Salvador Jesus Cristo, a quem sejam a glória e a honra pelos séculos sem fim. Amém.
Assiste-nos, ó Senhor, em todas as nossas ações, com o teu gracioso favor, e ajuda-nos com o teu contínuo auxílio, para que, em todas as nossas obras, começadas, continuadas e terminadas em ti, glorifiquemos o teu santo nome e, finalmente, pela tua misericórdia, alcancemos a vida eterna; por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Que a paz de Deus, que excede todo entendimento, guarde o coração e a mente de vocês no conhecimento e no amor de Deus e de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor; e que a bênção do Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, esteja entre vocês e permaneça com vocês para sempre. Amém.
Tradução para o português a partir de The Doctrines and Discipline of the Free Methodist Church, adopted August 23, 1860 (Buffalo: B. T. Roberts, 1860), em fac-símile publicado pela First Fruits Press (Asbury Theological Seminary, 2016); domínio público. As citações bíblicas seguem a Nova Almeida Atualizada (NAA). Tradução realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo José Ildo Swartele de Mello.