História da Igreja Metodista Livre · Volume II · Capítulo XVII
A obra missionária metodista livre foi aberta no Japão no fim do outono de 1895. Foi introduzida por um japonês nativo que estivera na América cerca de seis anos, os dois últimos dos quais passou como estudante no Greenville College. O seu nome nativo era Masazi Kakihara; mas o Rev. F. D. Christie, com quem morou algum tempo no Arizona, deu-lhe o nome de Paulo, pela semelhança entre algumas das suas experiências e as do apóstolo São Paulo. Daí em diante usou sempre esse nome como o seu nome americano.
Paulo era um moço muito seleto, de inteligência, discernimento e piedade acima do comum. Converteu-se pelo trabalho de um missionário congregacional no seu próprio país, e foi santificado quando, depois de um naufrágio, estava agarrado a um mastro quebrado nas águas do mar, esperando a morte a cada momento. Mais tarde, no seu zelo de ir do Arizona ao Greenville College, andou seiscentas milhas a pé. Quando relatava, no seu inglês imperfeito, as suas variadas experiências, grandes auditórios se comoviam até as lágrimas.
Em julho de 1895, a Junta Geral de Missões resolveu aceitá-lo como missionário ao Japão, concordando em lhe dar quinze dólares por mês durante um ano a partir do início do trabalho. A igreja não tinha obra alguma no Japão naquela época; mas, vendo o seu grande zelo por começar a obra metodista livre no seu país, a junta fez o arranjo acima e também autorizou F. H. Ashcraft e Wilson T. Hogue a ajudá-lo a levantar dinheiro para pagar o seu equipamento e a passagem. Pouco mais de 300 dólares foram levantados muito depressa para esses fins, e assim ficou garantida a sua ida como missionário ao seu próprio país.
Só partiu para o Japão, porém, em dezembro. Chegando à terra natal, começou a trabalhar na ilha de Awaji. Enquanto esteve ali, foi o instrumento para interessar na sua obra o Rev. Teikichi Kawabe e o Rev. T. Sasao, que por fim foram recebidos na Igreja Metodista Livre. O Sr. Kakihara continuou a trabalhar na ilha de Awaji até o fim de 1898, quando voltou à América e esteve presente na Conferência Geral de Chicago, em outubro daquele ano. Voltou ao Japão logo depois da Conferência Geral e, pouco mais tarde, casou-se com uma japonesa do Exército de Salvação. A sua permanência na obra sob a Junta de Missões foi breve, porém, pois foi levado a entrar no comércio de carvão, pensando que poderia ganhar algum dinheiro com que ajudar a obra missionária, que era muito necessitada no Japão. Ele e os outros dois japoneses que entraram no negócio com ele não eram financistas hábeis, e o resultado foi que faliram. No fim de 1899, o Sr. Kakihara voltou à América, diante do que parecia ser uma oportunidade favorável de negócio, com o propósito de ganhar o dinheiro com que pagar as suas dívidas. Todos os que visitaram a obra metodista livre no Japão concordam que, apesar desses acontecimentos infelizes, ele foi o instrumento, enquanto esteve na obra, para dar a ela o tipo certo de representação, e especialmente para trazer para ela dois homens de autêntico molde apostólico: Teikichi Kawabe e T. Sasao.
O Sr. Kawabe foi aceito como missionário em 23 de outubro de 1896 e, quando o Sr. Kakihara deixou o Japão, foi posto à frente da obra, função em que atuou até a chegada àquele país do Rev. e da Sra. W. F. Matthewson, missionários americanos enviados pela Junta Missionária Metodista Livre. O Sr. Kawabe é homem de excelente reputação entre os seus compatriotas, e também entre os missionários de outras denominações, entre os quais tem sido chamado “o São Paulo do Japão”. Mostrou-se homem íntegro e dedicado, pregador ricamente evangélico e leal ao metodismo livre em todos os aspectos. O Sr. Sasao foi igualmente homem verdadeiro e piedoso, que serviu algum tempo como professor, com excelentes resultados, e que morreu na fé em dezembro de 1914.
No outono de 1899, o secretário de missões, B. Winget, visitou a obra missionária na Índia, a pedido da junta, seguindo dali para o Japão, com breve parada na China. Passou várias semanas no Japão. Ali conheceu o Sr. Kawabe, que lhe serviu de guia e intérprete. Ficou muito satisfeito com o espírito e a conduta do irmão e, ao voltar, deu à junta um relato do estado da obra no Japão e do que, no juízo de Kawabe, ele mesmo e os outros obreiros esperariam caso a junta renovasse as verbas para a obra ali, que estavam suspensas desde a partida do Sr. Kakihara para a América. A junta então tomou uma decisão aprovando o envio de missionários e renovando as verbas para isso.
Em outubro de 1902, o Rev. e a Sra. W. F. Matthewson foram aceitos para esse campo e, em 26 de janeiro de 1903, partiram de Seattle para o Japão. Permaneceram na obra até o fim de 1898 [N. do T.: assim no original, conferido na imagem da página; deve ser 1908, pois os Matthewson partiram em 1903 e o próprio autor diz adiante que o Sr. Matthewson voltou à América em 1908], e durante esse tempo o Sr. Matthewson foi superintendente da obra japonesa. É geralmente reconhecido que ele dirigiu os obreiros nativos japoneses com êxito e sem atritos, o que é mais difícil do que fazer o mesmo trabalho em outros países estrangeiros. Apesar dessas condições, o Sr. Matthewson deu prova de capacidade administrativa superior, conservando a confiança e a alta estima dos seus companheiros missionários e dos obreiros e do povo japonês. Ele e a esposa tinham o espírito de verdadeiros missionários, e a sua influência muito contribuiu para dar caráter e permanência à obra no Japão. Os seus encargos, porém, eram excessivos e pesaram sobre a sua constituição um tanto frágil, até que se tornou necessário deixar o campo e voltar para casa. Recuperou-se em parte, mas não o bastante para que seja prudente voltar. Atualmente ele e a Sra. Matthewson dirigem a Missão Japonesa de Seattle, sob os auspícios da Conferência de Washington.
August H. Youngren e Anna Millican Youngren embarcaram com o Sr. e a Sra. Matthewson, em Seattle, em 26 de janeiro de 1903, para o campo do Japão. Tinham-se casado pouco antes e assim começaram a vida de recém-casados no campo estrangeiro. Ambos se mostraram missionários muito bem aceitos. O Sr. Youngren teve êxito bastante notável em aprender a língua nativa e, depois da volta do Sr. Matthewson à América, em 1908, foi nomeado pela Junta de Missões superintendente da obra missionária no Japão. Continuou nessa função até que lhes foi concedida uma licença no verão de 1911, por causa da saúde abalada da Sra. Youngren. Voltaram ao campo na primavera de 1913 e ainda estão na obra. Têm sido missionários nobres e bem-sucedidos.
Mais dois acréscimos valiosos ao grupo missionário no Japão se fizeram quando a junta enviou Sherman E. Cooper e Rose Loomis Cooper. Além de profundamente religiosos, estavam bem preparados para a obra em termos de instrução, tendo ambos feito vários anos de estudos universitários. Foram aceitos na reunião anual da junta em outubro de 1905 e partiram de Seattle para Kobe, no Japão, no dia primeiro do fevereiro seguinte. Entraram logo de coração na obra, em que sempre tiveram êxito. Pelas regras da junta, tinham direito a uma licença em 1913. No interesse da obra, porém, decidiram ficar mais um ano, a menos que a Sra. Cooper fosse chamada para casa por causa do estado da mãe, que era idosa e estava em condições físicas que causavam muita preocupação à família. Por causa da notícia de que o estado da mãe se tornara grave, a Sra. Cooper e os três filhos partiram para a terra natal em 15 de novembro de 1913. Depois da chegada deles a mãe faleceu. O Sr. Cooper não voltou com a família, mas ficou no seu posto de dever, e esperava voltar para casa no começo do verão de 1915. Depois da volta do Sr. Matthewson para casa, em 1908, o Sr. Cooper foi feito tesoureiro da missão, cargo que ocupou durante anos. Em 1911 foi eleito superintendente das missões no Japão, cargo em que continuou até o outono de 1914, quando, em vista da sua provável volta para casa, August H. Youngren o sucedeu.
O acréscimo seguinte à força missionária no Japão foi a Srta. Minnie K. Hessler, enviada em outubro de 1907, que também se mostrou filha leal da igreja e missionária fiel e zelosa. O seu trabalho tem sido o de ensinar moças na Escola de Formação de Osaka, e também, em certa medida, o de trabalhar como evangelista. Voltou para casa em licença em julho de 1913, em companhia do secretário de missões e da esposa dele, e voltou ao campo no fim de 1914.
A força missionária no Japão foi aumentada em 1908 pelo envio do Rev. e da Sra. W. L. Meikle e pela recepção, em experiência, do Rev. e da Sra. Matthias Klein, que antes tinham ido ao Japão para trabalhar sob certo movimento de santidade que enviara missionários a Tóquio.
O Sr. e a Sra. Meikle foram obreiros diligentes no campo missionário. Ele se atracou com êxito com a língua e foi hábil em aprender a usá-la. Tem ensinado numa Escola de Formação a maior parte do tempo desde que foi para o Japão e tem feito também trabalho evangelístico, e com bons resultados. A Sra. Meikle tem feito o que pode para ajudar na obra, considerando que a sua saúde tem sido fraca e os seus cuidados domésticos têm sido muitos.
O Sr. e a Sra. Klein, ao chegarem ao Japão, se decepcionaram quanto a uma oportunidade de trabalho que esperavam em Tóquio, e por isso foram dali para Choshi, em Shimosa, onde trabalharam como missionários de fé independentes, estando o Sr. Klein empregado principalmente como professor numa das escolas secundárias do governo, por um ano ou mais. Em 1908 ofereceram-se à Junta Missionária Metodista Livre, foram aceitos em experiência e mais tarde recebidos como membros plenos da força missionária metodista livre. Trabalharam com zelo e boa aceitação sob a direção da Junta Geral de Missões durante vários anos. O seu trabalho foi principalmente em Sumoto e na ilha de Awaji. Depois de aceito pela Junta de Missões, o Sr. Klein filiou-se à Conferência de Illinois da Igreja Metodista Livre, da qual ainda é membro. Perderam um dos filhos enquanto estavam no Japão, e a tristeza por essa perda, junto com o mau efeito do clima, tornou impossível à Sra. Klein viver ali, e por isso voltaram à América no outono de 1912.
A missionária seguinte enviada ao Japão foi a Srta. Ruth Mylander, de North Platte, Nebraska. Estava bem qualificada para o trabalho missionário, tendo, além de uma instrução liberal, uma experiência cristã sólida. Quando se decidiu que ela iria ao campo estrangeiro, o pai mostrou o seu interesse pela obra das missões providenciando os meios para mandar a filha ao Japão e sustentá-la ali. Ela foi em novembro de 1909. Desde que chegou ao campo, tem trabalhado com a Srta. Hessler na Escola de Formação de Moças de Osaka. O seu trabalho tem sido bem aceito.
Os últimos missionários enviados a esse campo foram o Sr. e a Sra. Roy Millican, de Seattle, Washington. Partiram em novembro de 1911. Desembarcaram em Kobe, mas foram dali para Osaka, onde ficaram algum tempo estudando a língua nativa. Atualmente o seu campo de trabalho é Akashi, tendo sucedido ao Sr. Cooper quando ele foi para outro lugar.
O Japão tem sido um campo frutífero para a obra missionária metodista livre, como se verá pelas tabelas estatísticas no fim deste capítulo. Os números, naturalmente, não dão nada que se pareça com uma ideia completa dos frutos da obra feita no Japão pela Igreja Metodista Livre; mas, até onde vão, apresentam pelo menos um quadro favorável.
A obra missionária metodista livre foi iniciada na China em 1905. A Srta. Clara A. Leffingwell, do estado de Nova York, que trabalhara algum tempo como evangelista e pastora e depois trabalhara sete anos na China sob a Missão do Interior da China, foi quem a introduziu. Era mulher superior em todos os sentidos. Enquanto esteve sob a Missão do Interior da China, passou pelo Levante dos Boxers, no qual teve experiências das mais emocionantes e escapou por muito pouco da morte.
Depois de sete anos de trabalho, a maior parte no interior do país, recebeu uma licença e chegou à América em abril de 1903. Fora originalmente sob os auspícios da Missão do Interior da China porque a Igreja Metodista Livre não tinha obra na China e não via com clareza o caminho para abrir obra ali naquela época. Já em 1899, porém, a Junta Geral de Missões da Igreja Metodista Livre instruiu o seu secretário de missões a se corresponder com a Srta. Leffingwell sobre a conveniência e o custo provável de estabelecer uma estação missionária na China, e a apresentar relatório na reunião anual de 1900. Por essa época, a atenção de certos ministros de destaque e de outras pessoas na igreja voltou-se para a China.
A decisão seguinte da junta foi em 17 de junho de 1903, quando mandou o secretário estabelecer uma missão na China logo que fosse conveniente e enviar oito missionários para esse fim. Votou-se também que a Srta. Clara A. Leffingwell fosse autorizada a viajar por toda a igreja, sob a direção do secretário de missões, e a fazer reuniões com o propósito de levantar dinheiro para a missão proposta na China, devendo o dinheiro ser entregue ao tesoureiro geral. Ela passou cerca de dezoito meses nesse trabalho, com excelentes resultados. As pessoas aceitas pela junta para ir à China com a Srta. Leffingwell foram o Rev. e a Sra. N. S. Honn, o Sr. George H. Scofield e as Srtas. Florence R. Myers, Edith Graves e Lily M. Peterson.
Essas pessoas não foram juntas. No Dia de Ação de Graças de 1904, George H. Scofield e C. Floyd Appleton, o primeiro da Nova Inglaterra e o segundo do Canadá, partiram de Seattle para Xangai, na China. Depois de uma viagem muito tempestuosa, chegaram ao destino em 31 de dezembro de 1904. A Srta. Leffingwell já tinha combinado com a Missão do Interior da China que se prestasse a esses moços a ajuda necessária para começarem a aprender a língua nativa e também para conhecerem os costumes do povo. Ficaram sob o cuidado e a supervisão desses nobres missionários durante os primeiros sete meses da sua permanência na China, e receberam deles muitos favores e gentilezas pelos quais não só eles, mas toda a Igreja Metodista Livre se reconhecem muito devedores.
Em 7 de abril de 1905, a Srta. Leffingwell, acompanhada pelas Srtas. Myers e Graves, partiu de Seattle para Xangai, chegando ao destino em 7 de maio. Uma semana depois partiram para o interior. O seu trajeto foi pelo rio Yangtsé, cerca de quatrocentas milhas, até Hankow, e dali, por estrada de ferro, quatrocentas milhas até Cheng Chow, em Honan, aonde chegaram em 27 de maio.
Em 18 de outubro de 1904, a Junta Geral de Missões tinha nomeado a Srta. Leffingwell superintendente da Missão Metodista Livre da China, dando-lhe ao mesmo tempo procuração para aquele país. Logo se decidiu instalar a missão em Cheng Chow. Para isso, as três mulheres alugaram e ocuparam uma propriedade murada perto da porta norte da cidade. Dizia-se que os prédios da propriedade tinham cerca de duzentos anos. Era o calor do verão, e a estalagem onde as senhoras tiveram de morar enquanto a propriedade era posta em condições de moradia era muito insalubre. Havia muito a fazer na supervisão dos operários nativos que as senhoras tinham contratado, além do trabalho de pregar aos nativos, e, como as Srtas. Myers e Graves, recém-chegadas ao país, não podiam ajudar muito, esse fardo caiu inteiramente sobre a Srta. Leffingwell. Em resultado de todas essas condições desfavoráveis, ela foi por fim acometida, em 4 de julho, daquele flagelo dos países asiáticos, a disenteria, e, apesar de tudo o que puderam fazer o socorro médico e os cuidados ternos das suas irmãs missionárias, morreu no domingo, 16 de julho. Foi uma providência inexplicável a que levou, logo no começo do empreendimento, alguém em quem a Junta de Missões e o pequeno grupo de missionários na China confiavam tanto para orientá-los na fundação de uma missão permanente naquele país. Mas, por decepcionante que tenha sido o acontecimento, ela viveu para ver a igreja empenhada ativamente na obra de fundar uma missão na sua amada China; e, embora a sua morte tenha sido precoce, estava de acordo com o desejo que muitas vezes expressou, de morrer e ser sepultada entre o povo daquele país a cuja redenção consagrara a vida.
Quando a Srta. Leffingwell instalou a missão em Cheng Chow, o Sr. Appleton e o Sr. Scofield estavam a oeste dali. Depois da morte dela, foram a Cheng Chow e ajudaram nos preparativos necessários para o estabelecimento da estação e na condução da missão.
Na primavera de 1906 comprou-se uma propriedade para a missão perto do centro de Cheng Chow, e o trabalho evangelístico começou logo que os obreiros conseguiram se fazer entender pelos nativos. Além do culto do dia do Senhor, um ou mais dos missionários dirigiam orações de manhã e à noite na propriedade, para benefício dos professores, criados e outros auxiliares. Três homens foram batizados num açude fora da cidade durante o verão, as primícias da obra missionária metodista livre na China. Nesse lugar tem funcionado uma escola dirigida por um professor nativo que recebeu muitos elogios pela formação completa dos meninos, não só em conhecimentos seculares, mas também em história bíblica.
Durante o mesmo verão, vários senhores chineses frequentaram regularmente os cultos de domingo da missão de Cheng Chow, compraram Bíblias e hinários, mostraram interesse ativo pela obra e por fim convidaram os missionários a abrir uma missão na cidade deles, cerca de quinze milhas a noroeste de Cheng Chow. Assim fizeram mais tarde na mesma estação do ano, quando se comprou uma propriedade murada na cidade de Jungtse Hsien, e o Sr. Scofield foi posto à frente da obra ali. Desde então ela se tornou uma das melhores estações missionárias da Igreja Metodista Livre na China. Abriram-se ali escolas de meninos e de meninas, batizaram-se crentes e organizou-se uma igreja, apesar de muitos adversários e de obstáculos de vários tipos.
Em 1906 o Sr. Scofield casou-se com a Srta. Myers, que fora à China em companhia da Srta. Leffingwell. Por causa da emergência criada no campo pela morte da Srta. Leffingwell, a junta dispensou a sua regra e consentiu que se casassem mais cedo do que de outro modo seria permitido. Depois do casamento, assumiram a estação de Jungtse Hsien e trabalharam ali com zelo e eficácia. A primeira classe metodista livre na China foi organizada ali. Enquanto trabalhava ali, o Sr. Scofield e o filhinho tiveram febre tifoide e, por causa da sua própria saúde abalada depois da febre, e também por estar fraca a saúde da esposa, receberam uma licença e voltaram para casa com os dois filhos, deixando a China em 22 de novembro de 1910. A viagem à terra natal e a mudança de clima muito contribuíram para restabelecer a saúde de ambos, de modo que em setembro de 1911 voltaram ao campo estrangeiro, onde desde então têm prestado serviço eficaz.
O Rev. e a Sra. N. S. Honn, da Califórnia, foram originalmente escolhidos para ir com a Srta. Leffingwell. A sua ida, porém, teve necessariamente de ser adiada até 6 de setembro de 1905. O Sr. Honn trabalhara durante bastante tempo entre os chineses na costa do Pacífico e, até certo ponto, aprendera a língua chinesa antes de ir à China; e a sua familiaridade com o povo chinês, a língua e os costumes deu-lhe de antemão certo preparo para a obra em que ia se empenhar. Tinham seis filhos quando foram enviados à China, e um nasceu no campo. Trabalharam quase sete anos no campo e depois voltaram à terra natal, onde ainda são considerados missionários, mas sem salário.
Depois da morte da Srta. Leffingwell, a Junta de Missões nomeou C. Floyd Appleton para tomar o lugar dela como superintendente da obra missionária na China, cargo que continuou a exercer até voltar para casa em licença, em maio de 1910. Era obreiro diligente e viajou muito no começo do seu trabalho na China, a fim de obter informações que lhe fossem úteis para desenvolver mais a obra missionária. Nessas viagens geralmente o acompanhava o Sr. Scofield.
A Srta. Laura Millican, de Seattle, foi enviada para reforçar os missionários na China em fevereiro de 1906. Estava bem qualificada para a obra, tendo, além de uma boa experiência religiosa, as vantagens de uma formação universitária. Desde que chegou à China, entregou-se sem reservas à causa e logo se tornou missionária útil. Por dispensa especial da junta, casou-se com o Sr. Appleton em junho de 1907. Depois do casamento, foi feita tesoureira da missão, cargo que continuou a ocupar até a volta deles à América. A estação onde trabalhavam nessa época era Kai Feng Fu.
Em 1910 o Sr. Appleton teve um ataque grave de febre tifoide, cujos efeitos sérios se prolongaram, ameaçando agravar-se, e por isso se achou melhor que voltassem para casa. A licença resultou em melhora decidida da sua saúde e, em 26 de setembro de 1911, partiram de novo de Seattle para a China. Voltaram a Kai Feng Fu, na província de Honan, e ele foi de novo eleito superintendente da obra na China.
Depois de chegar à China com as Srtas. Leffingwell e Myers, a Srta. Edith Graves passou por experiências de dura provação. A morte da Srta. Leffingwell foi, naturalmente, um grande golpe para ela, como para os outros missionários. Depois, enquanto ajudava a estabelecer a missão, a sua saúde ficou abalada, de modo que durante algum tempo não pôde prosseguir os estudos com proveito. Por fim, por causa da saúde arruinada, tornou-se necessário que deixasse o campo, o que fez, voltando à América no fim de 1907 ou no começo de 1908. Parecia improvável que pudesse voltar a ocupar o seu lugar no campo, e assim em 1910 a sua relação com a junta foi encerrada.
A Srta. Lily M. Peterson, de Seattle, foi designada para ir à China com a Srta. Leffingwell em 1905, mas a sua ida efetiva foi adiada por um ano. Então foi em companhia da Srta. Laura Millican e do Sr. e da Sra. S. E. Cooper, estes dois com destino ao Japão. Era exatamente o tipo de moça que daria uma esplêndida missionária, se a sua constituição física estivesse à altura das exigências. Trabalhava de boa vontade e com alegria, e estava sempre cheia de ânimo. Aprendeu a língua nativa com facilidade e logo se tornou querida dos chineses, que a chamavam “Pehi-ueh-tean” (Lírio branco precioso). O seu período de serviço missionário foi breve, porém, pois em cerca de dois anos surgiram sinais de tuberculose e tornou-se necessário que voltasse para casa. Declinou rapidamente e por fim adormeceu em paz em Jesus, em 4 de junho de 1908.
Em 26 de outubro de 1907, o Sr. e a Sra. Frank R. Millican, de Seattle, Washington, acompanhados pela Srta. Lucy A. Tittemore, de St. Armand Center, Quebec, e pela Srta. Edith F. Jones, de Jamestown, Nova York, partiram para a China por nomeação da Junta de Missões. Depois de chegarem ao campo, o Sr. e a Sra. Millican mostraram excelente adaptação ao trabalho que lhes foi designado, aprendendo prontamente a língua e assumindo com coragem os outros deveres do trabalho missionário no estrangeiro. Quando se concedeu a C. Floyd Appleton uma licença para melhorar a saúde, o Sr. Millican foi nomeado superintendente da missão em lugar do Sr. Appleton.
As Srtas. Tittemore e Jones foram excelentes missionárias. A primeira tem gozado de boa saúde e tem dado sem queixa o seu tempo e as suas forças aos deveres de missionária. A Srta. Jones tem a vantagem de ser enfermeira além de missionária, e a sua habilidade nesse campo tem sido de muita utilidade para a missão nos casos em que se precisava dos serviços de uma enfermeira. É também ótima estudiosa, formada pela Universidade de Syracuse e, como conhecia o trabalho de escritório, prestou excelente serviço como tesoureira da missão durante o tempo em que o Sr. Appleton esteve ausente em licença. Veio para casa em licença em julho de 1912 e voltou ao campo, cheia de fé e de ânimo, na primavera de 1914.
George D. Schlosser passou algum tempo no Greenville College e, quando era estudante nessa instituição, foi aceito pela junta e enviado à África em 1906. Desde o início, porém, sentiu que a China estava destinada a ser o seu campo de trabalho. Por isso, em 1908, com o consentimento e por nomeação da junta, transferiu-se da África para a China. Nos dois campos mostrou-se missionário bem-sucedido. Por causa da necessidade urgente de mais ajuda no orfanato de Tsing Kiang Pu, foi para esse lugar ajudar no trabalho do orfanato. Ainda estava ali no outono de 1914.
Duas missionárias promissoras foram enviadas em outubro de 1908. Eram as Srtas. Mattie J. Peterson, de Seattle, Washington, e Mary Ogren, de Jamestown, Nova York. Ambas eram formadas pelo Greenville College, e ambas eram moças nobres e consagradas. Fizeram a viagem juntas. A Srta. Peterson era irmã da Srta. Lily Peterson, mencionada na primeira parte deste capítulo. Ao contrário da irmã, a Srta. Mattie tem tido boa saúde e tem podido dar todo o seu tempo e atenção à obra missionária. Sempre se mostrou trabalhadora fiel e também companheira muito agradável para os outros missionários.
Em 13 de janeiro de 1911, a Srta. Ogren casou-se com o Sr. George D. Schlosser, na estação missionária de Cheng Chow, em Honan. Depois entrou, com o entusiasmo que lhe é característico, no trabalho do orfanato em que o marido estava empenhado.
O Sr. e a Sra. Fred J. Fletcher foram à China na época da fome de 1907. Não foram como missionários metodistas livres. O Sr. Appleton os conheceu quando, como superintendente da missão metodista livre na China, foi à região da fome. Mais tarde escreveu ao secretário de missões a respeito de uma proposta feita pela Comissão da Fome do Christian Herald para que diferentes missões aceitassem a responsabilidade de cuidar dos órfãos resgatados com fundos enviados por aquele jornal. A proposta incluía a aceitação do Sr. e da Sra. Fletcher pela Junta Metodista Livre e a entrega a eles do orfanato, sob o superintendente da missão. A decisão dos diretores foi favorável, e o Sr. e a Sra. Fletcher foram recebidos e nomeados para o trabalho. Foi para ajudá-los nesse trabalho que o Sr. Schlosser foi para Tsing Kiang Pu.
Nesse campo particular os Fletcher trabalharam com assiduidade e êxito. Foram os agentes especiais do início do trabalho do orfanato ali e, desde então, provavelmente deram mais tempo e tiveram mais a ver com o socorro às necessidades dessa classe de crianças desamparadas do que quaisquer outros missionários metodistas livres na China. Em agosto de 1912, por causa da saúde arruinada da Sra. Fletcher, foi necessário que voltassem à América. As suas relações com a junta foram encerradas, mas os seus nomes estão no “quadro de honra” dos missionários que voltaram.
[N. do T.: o original traz aqui uma gravura (Plate Sixteen) com a legenda “Primeira Igreja Metodista Livre, Osaka, Japão. Construída em 1914”.]
Em fevereiro de 1911, com o consentimento da Comissão Executiva, o bispo Sellew visitou de novo o Japão, por iniciativa própria e às suas próprias custas, concordando a junta, porém, caso ele visse caminho aberto para visitar a obra na China durante a viagem, em pagar as despesas decorrentes dessa extensão da jornada. Ele visitou os dois países, e as visitas foram de grande proveito para a causa.
De acordo com a decisão anterior da Diretoria da junta, que a recebera e nomeara para a China, deixando a data exata da sua ida a critério do secretário de missões, a Srta. Maud Winifred Edwards foi enviada à China com o Sr. e a Sra. Scofield, na volta deles ao campo, em outubro de 1911. Era de Niagara Falls, Nova York, formada pelo Seminário A. M. Chesbrough, moça claramente convertida e verdadeiramente espiritual, que prometia ser uma excelente missionária. Foi posta em Jungtseh Hsien, Honan.
Acompanhando a Srta. Jones na sua viagem de volta, na primavera de 1914, a Srta. Grace M. Stewart, originalmente do condado de Missaukee, Michigan, enfermeira formada pelo Hospital St. Luke’s de Spokane, Washington, também foi enviada à China pela Junta Geral de Missões. Uma enfermeira missionária formada fazia muita falta nesse campo, e quando a Srta. Stewart se ofereceu, pareceu claramente providencial. Ainda não houve tempo suficiente, desde a sua chegada, para que ela se prove plenamente, mas muito se espera dela.
Em agosto de 1912, a Junta Missionária Metodista Livre enviou o seu primeiro médico missionário à China, o Dr. A. L. Grinnell. Acompanharam-no a esposa e a filhinha. O Dr. Grinnell era originalmente de Wisconsin, e a esposa, de Nebraska. Ambos estudaram na Universidade Willamette e na Pacific Bible School, e ele é formado pelo Hahnemann Medical College de São Francisco. Recomendaram-se à junta como pessoas inteiramente salvas e consagradas, cuja principal ambição era fazer todo o bem possível no mundo. Estão estabelecidos em Kai Feng Fu, Honan. A pedido dos médicos da Missão do Interior da China, que dirigem um hospital em Kai Feng Fu, Honan, e com o consentimento da junta, o Dr. Grinnell tem dado parte do seu tempo ao trabalho profissional no hospital, o que tem sido muito apreciado.
Por autorização da Junta Geral de Missões, o secretário de missões visitou de novo a obra do Japão e da China em janeiro de 1913 e voltou a este país no julho seguinte. Acompanharam-no a esposa e também a Srta. Letitia Chandler, esta uma missionária recém-nomeada. Todos os diversos interesses nesses países foram muito beneficiados por essa visita, e em algumas questões importantes se chegou por meio dela a um melhor entendimento entre os missionários e a junta.
A obra missionária metodista livre foi iniciada na República Dominicana pelo falecido Rev. S. E. Mills e pela esposa, que foram para aquele campo em 1889. Naquela época eram membros da Igreja Metodista Livre e, durante algum tempo depois de chegar ao campo, conservaram essa relação, pedindo para ser relacionados como missionários sob a Junta Missionária Metodista Livre, sem salário.
Mais tarde, porém, ele passou a ter algumas ideias peculiares sobre a organização da igreja, que o levaram, em 1898, a pedir que ele e a esposa fossem desligados das suas relações com a Junta de Missões, visto que não se sentiam livres para estar ligados nominalmente a junta ou igreja alguma. Continuaram a sustentar os princípios principais do metodismo livre, porém, e amavam muito o povo metodista livre.
Em 1893, corresponderam-se com a Srta. Esther D. Clark, de Mentor, Ohio, a quem tinham conhecido favoravelmente antes de ir ao campo estrangeiro, chamando-a para ir ajudá-los. Ela atendeu ao chamado. Com a aprovação da Junta de Missões, partiu de Nova York para a República Dominicana em 1º de agosto de 1893. O seu trabalho consistiu principalmente em ensinar numa escola missionária e em fazer trabalho pessoal e evangelístico entre a população nativa. O trabalho era quase inteiramente entre católicos romanos, que não respondiam prontamente aos seus apelos, e mesmo assim a Sra. Mills e a Srta. Clark viram alguns frutos animadores desse trabalho.
A Junta de Missões concedeu à Srta. Clark 50 dólares para a passagem de ida. Ela voltou para casa em 12 de outubro de 1899, numa licença que a saúde fraca tornou necessária. Recuperou-se o bastante para voltar ao campo em 1904. Dessa vez a junta pagou a passagem de ida e volta. Em 1907 ela escreveu ao secretário de missões e pediu que ele e a esposa visitassem o campo, se possível. Com a aprovação da junta, assim fizeram no verão de 1907. Uma convenção de oito dias foi preparada de antemão, a primeira do gênero já marcada no interior, e o Sr. Winget a dirigiu. Pregou (por meio de intérprete) na convenção e em vários outros lugares, num dos quais batizou dezesseis pessoas. Em 1910 tornou-se de novo necessário que a Srta. Clark voltasse para casa por causa da saúde fraca. Desde que ela foi em 1904, a junta lhe concedera pequenas ajudas anuais. Ela voltou de novo ao campo em 1915.
O Rev. J. W. Winans, de Ontário, Canadá, foi a Honduras, na América Central, convicto de que tinha uma obra a fazer ali. Ficou três meses em Honduras e fez várias viagens ao interior, fazendo um pouco de trabalho missionário entre o povo de língua inglesa e adquirindo um leve conhecimento da língua espanhola. Logo voltou ao Canadá, porém, por falta de recursos, e em 1902 uniu-se, em experiência, à Conferência do Oeste de Ontário, onde continuou a trabalhar até que, em junho de 1907, foi aceito pela Junta de Missões com vistas a ser enviado a São Domingos logo que o secretário de missões julgasse melhor. Em outubro daquele ano foi informado de que o secretário estava pronto para enviá-lo e, pouco antes da reunião anual da junta, partiu para São Domingos. A junta concedeu-lhe 50 dólares para as despesas de ida, mas não aceitou mais nenhuma obrigação financeira. Concedeu-lhe, porém, pequenas ajudas de tempos em tempos para as despesas de sustento. Desde que chegou ao campo, tem sido diligente no estudo da língua e em fazer o trabalho evangelístico que pode fazer quem só domina em parte a língua nativa. Voltou à América em 1911 e trabalhou algum tempo como ministro no Canadá; mas, a pedido do Sr. Mills, feito poucos meses antes da morte deste, o Sr. Winans voltou à República Dominicana e ajudou o Sr. Mills durante alguns meses, depois do que voltou à terra natal. Voltou de novo ao campo, e a junta lhe dá uma pequena ajuda anual.
Em agosto de 1908, o Rev. e a Sra. Roy E. Nichols, de Portland, Oregon, foram enviados a esse campo pelo secretário de missões, tendo a junta antes tomado a decisão de aceitá-los, deixando ao secretário enviá-los quando parecesse conveniente. Entraram na obra com coragem e entusiasmo, mas o clima tropical e a responsabilidade do trabalho, junto com o estudo da língua nativa, foram demais para a saúde dele, e foram obrigados a voltar em 1910.
A Srta. Nellie M. Whiffen, da região central de Nova York, tem sido uma das obreiras mais eficazes da igreja na República Dominicana. Foi enviada ao campo em junho de 1908. Tinha as vantagens de uma ótima instrução, de ser enfermeira formada com vários anos de experiência no exercício da profissão e de algum trabalho prático como evangelista. Trabalhou com a Srta. Clark. Quando se tornou necessário que a Srta. Clark voltasse para casa, no outono de 1910, não pareceu aconselhável que a Srta. Whiffen ficasse sozinha na obra, e por isso ela considerou ser uma oportunidade favorável para voltar para casa e fazer um curso especial que a preparasse melhor para trabalhar entre as mulheres dominicanas. Enquanto esteve nos Estados Unidos, fez esse curso na cidade de Nova York. Depois viajou por várias Conferências, estendendo as viagens até a costa do Pacífico, no interesse da obra de São Domingos. As suas palestras eram sempre oportunas, competentes e inspiradoras, e muito fizeram para despertar interesse pelo seu trabalho em toda a igreja. Voltou ao campo em dezembro de 1911, acompanhada pela irmã, a Srta. Eva Whiffen, e pelo Rev. e a Sra. E. H. Stayt, como auxiliares. Desde então o seu trabalho tem sido em San Francisco de Macorís, nas Antilhas, onde se organizou uma sociedade e se construiu uma igreja boa e sólida.
[N. do T.: o original traz aqui uma gravura (Plate Seventeen) com as legendas “Rev. E. Ballenger, eleito evangelista da Conferência Geral” e “Primeira Igreja Metodista Livre na República Dominicana, situada em San Francisco de Macorís, dedicada em fevereiro de 1915”.]
A Srta. Eva Whiffen tem feito trabalho eficaz como professora e como superintendente da escola dominical da missão. Não recebe salário da junta, mas obtém alguma remuneração pelos seus serviços de professora de certas pessoas da ilha que desejam que os filhos recebam instrução em inglês e em música.
O Rev. e a Sra. Stayt mostraram-se auxiliares eficientes na obra. Ele foi o construtor do templo de San Francisco de Macorís, que tem a distinção de ser a primeira igreja protestante no interior da ilha. Foi dedicado pelo secretário de missões em 21 de fevereiro de 1915, na visita que fez à República Dominicana a pedido da Junta de Missões.
Outra missionária enviada a esse campo foi a Srta. Ethel Flora Newton, da região central de Nova York. Foi em janeiro de 1913 e começou o seu trabalho em San Francisco de Macorís, nas Antilhas, onde desde então tem prestado serviço bem aceito. A última missionária enviada a São Domingos foi a Srta. Belle Avery, que foi com a Srta. Clark e o secretário de missões.
A construção da igreja de San Francisco de Macorís e a aquisição da propriedade missionária, junto com o ajuntamento de tantas pessoas na igreja, deram ao protestantismo no interior da ilha, no lado norte, a melhor representação e a perspectiva mais animadora que já teve. San Francisco de Macorís é o ponto central da obra. Há agora sociedades em San Francisco de Macorís, Santiago, Balmar e Barbaro, e alguns membros em Sánchez.
As tabelas abaixo, copiadas das Atas Combinadas de todas as Conferências Anuais e das reuniões anuais da junta da igreja, apresentam a estatística total das missões da igreja em países estrangeiros em 1914:
[N. do T.: no original as duas tabelas ocupam as págs. 303 e 304, impressas na horizontal. Para caber na página, cada uma foi dividida aqui em partes, repetindo-se a coluna das estações. Os nomes das estações ficam como no original. O travessão do original (casa sem dado) aparece como “…”. Os números são os impressos, mesmo quando a soma não confere.]
Parte A. Obreiros e igrejas
| País | Estação | Postos avançados | Missionários americanos (homens) | Missionárias americanas | Catequistas, professores e pastores nativos | Professoras e auxiliares religiosas nativas | Pastores nativos ordenados | Igrejas organizadas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | 27 | 1 | 3 | 30 | 26 | … | 1 |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | 7 | 2 | 2 | 5 | … | … | 1 |
| África | Fair View | 6 | 2 | 5 | 4 | 10 | … | 6 |
| África | Itemba | 6 | 1 | … | 3 | 4 | … | 2 |
| África | Edwaleni | 11 | 2 | 2 | 5 | 1 | … | 1 |
| África | Greenville | 10 | 1 | 1 | 4 | 6 | … | 1 |
| África | Critchlow | 7 | 1 | 1 | 3 | … | … | 1 |
| África | Baleni | … | … | … | 2 | … | … | 1 |
| Índia | Yeotmal | … | 3 | 7 | 4 | 6 | … | … |
| Índia | Wun | … | 1 | 1 | 2 | … | … | … |
| Índia | Darwah | … | 1 | 1 | 1 | … | … | … |
| Índia | Umbri | … | 1 | 1 | 1 | … | … | … |
| Índia | Digras | … | … | … | 1 | 1 | … | … |
| Japão | Osaka | … | 1 | 2 | 6 | 12 | 4 | 1 |
| Japão | Sumoto | 3 | 1 | 1 | 3 | 1 | 1 | 2 |
| Japão | Akashi | 2 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | 2 | 2 | 2 | 6 | 1 | … | … |
| China | Ki Hsien | … | 1 | 3 | 4 | 2 | … | … |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | … | 1 | 4 | … | … | … | 1 | |
| Total | 81 | 23 | 37 | 85 | 71 | 7 | 21 |
Parte B. Membros e instrução
| País | Estação | Membros plenos | Membros em experiência | Total de comungantes nativos | Aderentes | Comungantes acrescentados no último ano | Nativos que recebem instrução regularmente | Número estimado dos que recebem instrução ocasionalmente durante o ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | 306 | 136 | 442 | 140 | 79 | 1050 | 15500 |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | 70 | 59 | 129 | 75 | 10 | 500 | 10000 |
| África | Fair View | 105 | 70 | 175 | 75 | 20 | 350 | 750 |
| África | Itemba | 103 | 109 | 212 | 100 | 73 | 500 | 1000 |
| África | Edwaleni | 26 | 19 | 45 | 75 | 18 | 400 | 1000 |
| África | Greenville | 32 | 25 | 57 | 85 | 17 | 700 | 4000 |
| África | Critchlow | 11 | 36 | 47 | 150 | 19 | 300 | 2000 |
| África | Baleni | 6 | 4 | 10 | 40 | 4 | 150 | 1000 |
| Índia | Yeotmal | 61 | 18 | 80 | 55 | 12 | 300 | 10000 |
| Índia | Wun | … | … | … | … | … | 50 | 12000 |
| Índia | Darwah | … | … | … | … | … | 40 | 15000 |
| Índia | Umbri | … | … | … | … | … | 50 | 5000 |
| Índia | Digras | … | … | … | … | … | 25 | 3000 |
| Japão | Osaka | 413 | 161 | 574 | … | 61 | … | … |
| Japão | Sumoto | 75 | 111 | 186 | … | … | … | … |
| Japão | Akashi | 33 | 18 | 51 | … | 2 | … | … |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … | 70 | … |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | … | 15 | … | … | 13 | 70 | 5000 |
| China | Ki Hsien | 36 | 38 | … | 100 | … | 100 | … |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | … | 5 | 5 | 14 | … | 50 | 200 | |
| Total | 1277 | 824 | 2013 | 909 | 328 | 4705 | 85450 |
Parte C. Crianças sustentadas, órfãos e escolas dominicais
| País | Estação | Meninos (não órfãos) sustentados no último ano | Meninas (não órfãs) sustentadas no último ano | Órfãos sustentados no último ano | Órfãs sustentadas no último ano | Órfãos agora nos orfanatos | Órfãs agora nos orfanatos | Total de crianças em todas as escolas (sem as escolas dominicais) | Escolas dominicais | Oficiais e professores |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | 122 | 62 | … | … | … | … | 184 | 1 | 6 |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 10 |
| África | Fair View | … | 23 | … | … | … | … | 360 | 3 | 20 |
| África | Itemba | … | … | … | … | … | … | … | 2 | 5 |
| África | Edwaleni | 25 | … | … | … | … | … | 50 | 2 | 10 |
| África | Greenville | 2 | 10 | … | … | … | … | 101 | 3 | 7 |
| África | Critchlow | 4 | 1 | … | … | … | … | 65 | 1 | 5 |
| África | Baleni | … | … | … | … | … | … | 14 | 1 | 1 |
| Índia | Yeotmal | 2 | 2 | 51 | 46 | 49 | 46 | … | 2 | 20 |
| Índia | Wun | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 3 |
| Índia | Darwah | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 5 |
| Índia | Umbri | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 2 |
| Índia | Digras | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 2 |
| Japão | Osaka | … | … | … | … | … | … | … | 7 | 26 |
| Japão | Sumoto | … | … | … | … | … | … | … | 16 | 6 |
| Japão | Akashi | … | … | … | … | … | … | … | 6 | 7 |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … | … | … | 1 | 2 |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | … | … | … | … | … | … | 15 | … | … |
| China | Ki Hsien | … | … | … | … | … | … | 30 | 2 | 4 |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | 2 | 8 | … | … | … | … | 28 | 1 | 5 | |
| Total | 157 | 106 | 51 | 46 | 49 | 46 | 847 | 53 | 146 |
Parte A. Escolas e contribuições
| País | Estação | Alunos | Alunos convertidos no último ano | Escolas de aldeia e diurnas | Alunos | Contribuições nativas para todos os fins | Recebido pelos missionários em donativos | Recebido de pessoas para sustento de obreiros nativos | Recebido de pessoas e sociedades para sustento de crianças nativas |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | 65 | … | 28 | 325 | $154,46 | … | … | $93,17 |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | … | … | 7 | 170 | 321,00 | … | … | … |
| África | Fairview | 250 | 20 | 5 | 250 | 215,00 | … | … | … |
| África | Itemba | 120 | … | 4 | 160 | 100,00 | $87,66 | … | … |
| África | Edwaleni | 100 | 10 | 1 | 25 | 20,00 | 50,00 | … | 500,00 |
| África | Greenville | 120 | 19 | 3 | 101 | 65,50 | … | … | 45,00 |
| África | Critchlow | 75 | 15 | 2 | 70 | 30,18 | … | … | 84,18 |
| África | Baleni | 20 | 3 | 1 | 14 | … | … | … | … |
| Índia | Yeotmal | 190 | 6 | 3 | 110 | 100,00 | … | $25,00 | 94,00 |
| Índia | Wun | 30 | … | 1 | 12 | … | … | … | … |
| Índia | Darwah | 60 | … | 1 | 15 | … | … | … | … |
| Índia | Umbri | 25 | … | … | … | … | … | … | … |
| Índia | Digras | 40 | … | … | … | … | … | … | … |
| Japão | Osaka | 363 | 19 | … | … | (d) 632,01 | … | … | … |
| Japão | Sumoto | … | … | … | … | … | … | … | … |
| Japão | Akashi | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | … | … | 1 | 15 | 9,00 | … | … | … |
| China | Ki Hsien | 70 | … | 2 | 30 | 15,00 | … | … | … |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | 60 | … | 2 | 21 | 15,07 | … | … | 10,10 | |
| Total | 1588 | 92 | 61 | 1318 | $1.677,22 | $137,66 | $25,00 | $826,45 |
Parte B. Outras receitas e prédios
| País | Estação | Recebido pelos missionários de todas as fontes | Recebido de aluguel de choupanas | Recebido da venda de produtos etc. da estação | Templos pertencentes à estação | Prédios alugados para fins religiosos | Prédios usados pelos nativos para moradia e escola | Prédios escolares pertencentes à estação | Prédios alugados para escola |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | … | … | … | (a) 17 | … | 9 | 26 | … |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | … | … | … | 2 | … | … | 2 | … |
| África | Fairview | … | … | … | 3 | 1 | 1 | 5 | 1 |
| África | Itemba | … | $71,85 | … | 3 | … | … | 1 | … |
| África | Edwaleni | $500,00 | 43,00 | (c) 50,00 | … | … | … | 1 | … |
| África | Greenville | … | … | … | 10 | … | 13 | 8 | … |
| África | Critchlow | … | … | … | 1 | … | 2 | … | … |
| África | Baleni | … | … | … | 1 | … | 2 | … | … |
| Índia | Yeotmal | … | … | … | 1 | … | 3 | 3 | … |
| Índia | Wun | … | … | … | … | … | 2 | 1 | … |
| Índia | Darwah | … | … | … | … | … | 2 | 1 | … |
| Índia | Umbri | … | … | … | … | … | 1 | … | … |
| Índia | Digras | … | … | … | … | … | 1 | … | … |
| Japão | Osaka | … | … | … | 1 | 3 | 1 | … | 1 |
| Japão | Sumoto | … | … | … | … | … | … | … | … |
| Japão | Akashi | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | … | … | … | 1 | 4 | 1 | 2 | … |
| China | Ki Hsien | … | … | … | 1 | … | 8 | 2 | … |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | … | … | … | 1 | … | … | 1 | … | |
| Total | $500,00 | $114,85 | $50,00 | 42 | 8 | 46 | 53 | 2 |
Parte C. Terras e valores
| País | Estação | Prédios da estação ocupados pelos missionários | Acres de terra da estação | Valor da terra | Valor de todos os prédios e bens móveis da estação e dos postos avançados | Valor total de todos os bens da estação e dos postos avançados |
|---|---|---|---|---|---|---|
| África | Inhambane | 1 | 60 | $125 | $2000 | $2125 |
| África | Umusa, Germiston, Transvaal, Johannesburg | 2 | (b) 1½ | … | 3000 | 3000 |
| África | Fairview | 4 | 2333⅓ | 50000 | 11500 | 61500 |
| África | Itemba | 1 | 672 | 3000 | 2500 | 5500 |
| África | Edwaleni | 2 | 1060 | 2800 | 9000 | 11800 |
| África | Greenville | 1 | 35⅓ | arrendada | 2550 | 2500 |
| África | Critchlow | 1 | 14½ | arrendada | 2000 | 2200 |
| África | Baleni | … | 4 | arrendada | 150 | 175 |
| Índia | Yeotmal | 3 | 32 | 1800 | 13000 | 14800 |
| Índia | Wun | 1 | 15 | 375 | 3100 | 3475 |
| Índia | Darwah | 1 | 4½ | 165 | 4200 | 4365 |
| Índia | Umbri | 1 | 18 | 450 | 3500 | 3950 |
| Índia | Digras | … | 4 | 125 | 200 | 325 |
| Japão | Osaka | 2 | ½ | 32239 | 3860 | 36099 |
| Japão | Sumoto | … | … | … | … | … |
| Japão | Akashi | … | … | … | … | … |
| China | Cheng Chow | … | … | … | … | … |
| China | Jungtseh Hsien | … | … | … | … | … |
| China | Kai Feng Fu | 2 | 4 | 530 | 2000 | 2530 |
| China | Ki Hsien | 2 | ¾ | 300 | 1700 | 2000 |
| China | Tsing Kiang Pu | … | … | … | … | … |
| Rep. Dominicana, Antilhas | 1 | ¼ | 850 | 4100 | 4950 | |
| Total | 25 | 4260 | $92.759 | $68.360 | $161.294 |
Notas da tabela 2: (a) Usados também para fins escolares. (b) Ainda não comprados pela junta. (c) O lucro da venda de móveis feitos na oficina foi de 15 dólares. (d) Usados para beneficência etc., não incluídos neste número.
Tradução para o português a partir de Wilson T. Hogue, History of the Free Methodist Church of North America (Chicago: Free Methodist Publishing House, 1915), 2 vols., no exemplar de 1918 da Universidade Emory digitalizado pelo Internet Archive; domínio público. O volume I foi conferido também com a transcrição do Holiness Data Ministry. Do volume II foram traduzidos os capítulos de alcance geral (XIII a XXI). As citações bíblicas seguem a Nova Almeida Atualizada (NAA). Tradução realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo José Ildo Swartele de Mello.