“Quem se exaltar será humilhado; e quem se humilhar será exaltado.”
Mateus 23.12 · NAA
É possível falar muito de Deus e continuar profundamente voltado para si mesmo? Alguém pode dedicar a vida à igreja e, ao mesmo tempo, usar a religião para conquistar admiração e controlar os outros? Como distinguir a firmeza pastoral do autoritarismo? E como examinar tudo isso sem transformar o discernimento em acusação precipitada?
Este curso responde a essas perguntas com a Bíblia aberta. Em sete aulas, ele percorre os textos em que a Escritura trata do uso da religião para promover a própria importância: o fariseu e o publicano, a devoção que quer ser vista, os primeiros lugares de Mateus 23, Diótrefes, os pastores de Ezequiel 34 e os versículos que costumam ser usados para blindar líderes contra qualquer correção. Termina onde a Bíblia termina: na autoridade como serviço, na resposta da graça e no arrependimento que aparece na conduta; e fecha com o que o Manual da Igreja Metodista Livre prevê para que a comunidade cuide de todos, inclusive de quem foi ferido.
O curso não é um teste para rotular pessoas nem uma arma contra pastores. É um exame que começa em quem o faz, a começar por mim, que exerço autoridade na igreja, e que serve a pastores, líderes, membros e pequenos grupos. Cada aula tem leitura prévia, texto com as passagens na Nova Almeida Atualizada, cartões de memorização, avaliação com comentário em cada alternativa, perguntas para reflexão com resposta sugerida e o texto em PDF.
O curso nasce do estudo Narcisismo religioso à luz da Bíblia, publicado nos Estudos do Bispo Ildo. Quem preferir a leitura corrida encontra ali o texto inteiro; as aulas ampliam cada parte, com as passagens completas, casos para conversar e exercícios.
Podem ser feitas na ordem, como curso, ou isoladamente. As aulas 5, 6 e 7 dependem das anteriores.
O que estamos chamando de narcisismo religioso, o que ele não é, os retratos bíblicos do orgulho que usa a religião, a forma de piedade sem poder e a idolatria de si mesmo.
2Tm 3.1-5; Rm 1.21-25; Rm 12.3; 1Sm 15; 2Cr 26; Dn 4; At 8 e 12
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O fariseu e o publicano, a esmola, a oração e o jejum feitos para serem vistos, e a presença cristã nas redes sociais.
Lc 18.9-14; Mt 6.1-18; Mt 5.16
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Os primeiros lugares em Mateus 23, Diótrefes na terceira carta de João, e as perguntas sobre quem pode discordar e quem corrige o dirigente.
Mt 23.1-12,23-28; 3Jo 9-12; 2Jo 7-11
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Os pastores que apascentam a si mesmos em Ezequiel 34, o rebanho que pertence a Deus em 1 Pedro 5, e por que dons e resultados não substituem o caráter.
Ez 34; 1Pe 5.1-4; 1Co 13; Mt 7.21-23; 1Tm 3; Tt 1
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“Não toquem nos meus ungidos”, “não julguem”, Hebreus 13.17, Mateus 18 e 1 Timóteo 5 lidos no contexto, com um quadro prático para o discernimento.
Sl 105.12-15; 1Sm 24; Hb 13.17; At 5.29; Gl 2.11-14; Mt 7.1-5; Mt 18.15-17; 1Tm 5.19-21
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A grandeza redefinida como serviço, a atitude de Cristo, a resposta da graça, o arrependimento que aparece na conduta e o cuidado com quem foi ferido.
Mc 10.35-45; Fp 2.3-13; Jo 13.3-17; Rm 3.23-28; Gl 5.22-23; 2Co 7.9-11; Gl 6.1
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Por que a comunidade precisa de procedimentos (Jetro, Atos 6 e 15, 2 Coríntios 8) e o que o Manual da Igreja Metodista Livre prevê: comunidade saudável, situações que exigem atenção, queixas, comissões de revisão, recurso, sigilo, comunicação e restauração.
Êx 18; At 6; At 15; 2Co 8; Dt 19; Lv 19; Tg 2; Manual da Igreja §§7100-7330
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As citações bíblicas seguem a Nova Almeida Atualizada (Sociedade Bíblica do Brasil, 2017). As aulas foram redigidas a partir do estudo do Bispo Ildo Mello com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial dele.