J. A. Wood · 1861

Amor Perfeito

ou Coisas Simples para Quem Delas Precisa, sobre a doutrina, a experiência, o testemunho e a prática da santidade cristã

“No amor não existe medo; pelo contrário, o perfeito amor lança fora o medo.”

1João 4.18

Antes de ler

John Allen Wood (1828-1905) foi pastor da Igreja Metodista Episcopal nos Estados Unidos e um dos líderes do movimento de santidade do século XIX; em 1867 esteve entre os fundadores da Associação Nacional de Acampamentos para a Promoção da Santidade. Amor Perfeito, publicado em 1861, foi o seu livro mais conhecido: teve várias edições logo nos primeiros anos e tornou-se um manual clássico sobre a doutrina wesleyana da inteira santificação.

O livro é escrito em perguntas e respostas numeradas, como um catecismo, e reúne a doutrina, a experiência, o testemunho e a prática da santidade cristã. Wood distingue a regeneração da inteira santificação, explica o que é e o que não é a perfeição cristã, mostra como buscá-la e como reconhecer as suas evidências, responde às objeções e aconselha os que a professam. Ao longo do caminho, cita com abundância John Wesley, Fletcher, Adam Clarke, Richard Watson e os bispos e teólogos metodistas do seu tempo, e reúne testemunhas da experiência do amor perfeito.

As últimas seções tratam de questões práticas da vida cristã naquela época (o uso de joias e de roupas caras, o tabaco, as manifestações nos cultos) e terminam com o relato da experiência do próprio autor. É um livro simples, direto e pastoral, feito, como diz o subtítulo, de “coisas simples para quem delas precisa”: para o crente que tem fome e sede de justiça e deseja ser inteiramente santificado.

Prefácio e seções I a IV

Os termos, a regeneração e a natureza da perfeição cristã

O prefácio do autor; os termos bíblicos que designam a plena salvação; por que a regeneração e a inteira santificação não são a mesma coisa; a natureza da regeneração e a natureza da perfeição cristã.

Seções V a VII

A santidade pode ser alcançada: quando e como

A santidade pode ser alcançada nesta vida; o tempo entre a regeneração e a inteira santificação; por que ela não se obtém pelo simples crescimento na graça.

Seções VIII e IX

Orientações para alcançar a santidade e as suas evidências

Orientações para quem busca a santidade e as evidências do amor perfeito.

Seção X

O testemunho do amor perfeito

O testemunho do Espírito e o testemunho público do amor perfeito.

Seções XI e XII

Testemunhas do amor perfeito e razões para buscá-lo

Testemunhas da experiência do amor perfeito, de Wesley e Fletcher aos crentes do século XIX, e as razões por que todo cristão deve ser inteiramente santificado.

Seções XIII a XVI

Ministros santificados e a pregação da santidade

Os ministros devem ser inteiramente santificados; a santidade deve ser pregada, como no metodismo primitivo, e está ligada ao progresso da obra de Deus.

Seções XVII a XX

Provações, conservação e objeções

Os resultados de não buscar a santidade, as provações dos santificados, como conservar a inteira santificação e as objeções à busca do amor perfeito.

Seções XXI e XXII

Conselhos aos que testemunham o amor perfeito e temas diversos

Conselhos aos que testemunham o amor perfeito e a primeira parte das perguntas sobre temas diversos.

Seção XXII (conclusão)

Temas diversos (continuação)

A continuação das perguntas sobre temas diversos da vida de santidade.

Seções XXIII a XXVI

Questões práticas: joias, tabaco, brados e entusiasmo

A acusação de fazer da santidade uma mania, o uso de joias e de roupas caras, o uso do tabaco e as manifestações nos cultos (entusiasmo, brados e quedas).

Seção XXVII e conclusão

A experiência do autor

O relato da experiência de J. A. Wood, da conversão à inteira santificação, e a conclusão do livro.

Tradução para o português a partir de J. A. Wood, Perfect Love; or, Plain Things for Those Who Need Them (Filadélfia, Samuel D. Burlock, 1861), conferida com as imagens das páginas; domínio público. As citações bíblicas seguem a Nova Almeida Atualizada (NAA). Tradução realizada com auxílio de inteligência artificial, sob orientação, revisão e responsabilidade editorial do Bispo José Ildo Swartele de Mello.